Ele vai voltar à política pelo PMB, o caçula dos partidos no Brasil que nada faz pelas mulheres. Que Deus nos acuda !!!!

Edvaldo de Souza, em ato público quando deputado. Após quatro anos sem mandato, aposta na amnésia eleitoral dos acreanos

O apresentador Edvaldo Souza (61 anos), da TV Gazeta (afiliada da Rede Record), ex-deputado estadual, voltará à cena política nas eleições de 2018, informou o Blog do Evandro. O âncora, um dos mais bem pagos da Amazônia considerando a sua “estafante” jornada de trabalho (apenas uma hora por dia na emissora), tentará renascer após um mandato pífio entre 2012 e 2014. O seu intento de reeleição findou naufragado em Manacapuru, por razões óbvias. Àquela época, obteve 2.503 votos (menos da metade do eleitorado que lhe mandou para a Aelac), ficando na quadragésima-quinta posição.

Sua popularidade já esteve em alta, mas como o cara que põe em risco as cordas vocais enquanto está no ar, sempre ao meio dia, com seu noticiário sanguinário. Ali, nos estúdios, grita, esperneia, encoraja, assombra com seu arremedo de Datena. É parcial, quando não omisso, no entanto, nos noticiários que envolvem denúncias e corrupção no governo do amigo pessoal e governador, Tião Viana. Como deputado, o fiasco do mandato ainda traumatiza o eleitor que, em seu nome, depositou esperança e confiança. Souza era da maioria descarada que a tudo dizia amém, em especial se as matérias em votação eram oriundas da Casa Rosada ou assinadas por algum secretário de estado. Em 2015, largou o PSDC. Agora, namora o PMB Partido da Mulher Brasileira), um dos nanicos sem expressão que compõem a Frente Popular do Acre.

Caçula entre os partidos brasileiros, com registro aprovado no segundo semestre de 2015, o PMB surgiu com uma força impressionante: recebeu filiações de 22 deputados federais e de um senador. A maior parte dos parlamentares, porém, fez dele apenas um ponto de parada antes de seguir para outras siglas. Passados poucos meses, após intenso troca-troca partidário no Congresso, restaram ao PMB apenas dois parlamentares na Câmara.

A liderança na Casa é exercida por um homem. O outro único deputado federal também é homem – e pastor evangélico. Nenhum deles jamais militou de forma destacada na defesa dos direitos das mulheres da igualdade de gênero.

Tampouco apresentaram projetos diretamente relacionados aos temas. “Temos certeza que precisamos eleger mais mulheres para os cargos decisórios do país, mas esse é um projeto de longo prazo”, reconhece a presidente nacional do PMB, Suêd Haidar. “

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