Sargento da PM que matou vigilante no Balneário Ouro Verde é condenado, mas continua militar com salário

O sargento da Policia Militar Jorge Weston de Andrade foi novamente condenado pela morte do vigilante Antonio Carlos Araujo. No segundo juri realizado nesta terça-feira a acusação conseguiu derrubar a tese de homicídio privilegiado. Agora Jorge Westor foi sentenciado a 7 anos de prisão, mas não foi decretada a perda da função. O juiz entendeu que o PM Pode cumprir a pena e trabalhar. A família da vítima informou que vai recorrer, para que o sargento perca a função publica, já que foi condenado a mais de quatro anos.

Entenda

De acordo com a denuncia o PM teria mexido com a mulher do vigilante. Após uma discussão Raimundo deu um soco no policial, que sacou uma arma atirou três vezes na vitima – o terceiro, nas costas, já com o vigilante ao chão. O Militar foi preso em flagrante, no dia seguinte  O flagrante foi  convertido em prisão preventiva. Em 21 de Dezembro de 2016, o policial foi condenado a 7 anos de prisão em Juri Popular, mas  como o corpo de jurados entendeu que houve um homicídio privilegiado a pena foi reduzido para 4 anos e 8 meses.

Mesmo com a condenação superior a 4 anos, o juiz entendeu que o sargento podia trabalhar e cumprir a pena, ou seja, não perderia a função. A família do vigilante recorreu da sentença.  A justificativa é que a decisão era contraria as provas do inquérito. Em 24 de julho deste ano  a câmara criminal do Tribunal de Justiça anulou o julgamento. A defesa do policial recorreu ao Supremo Tribunal Federal, mas o recurso extraordinário foi negado pelo relator, o Ministro Dias Toffili. Diante do transito em julgado o Juiz da segunda vara do Tribunal do Juri Alesson Bras. marcou um novo júri.

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