Sogra do chefe de gabinete de Marcus Alexandre deseja a morte de funcionário federal que apura irregularidades na Saúde do Acre

Maria Lúcia de Freitas, uma assistente social com atuação em auditorias, servidora efetiva do Ministério da Saúde no Acre, é acusada de usar as prerrogativas do cargo para abafar irregularidades cometidas na gestão Gemyl Júnior. A mulher é sogra do chefe do gabinete civil do prefeito Marcus Alexandre, André Kamai (ex-presidente do PT no estado), e chegou a causar constrangimento ao desejar a morte do técnico do MS, Hilder Halley Oliveira Dias, durante reunião na Casa Civil do Governador. O rapaz acompanha os investimentos dos recursos federais em obras sob a responsabilidade do Estado e identificou  irregularidades. Em razão disso, muito dinheiro que já foi repassado pela União está sendo devolvidos aos cofres do governo federal. Maria Lúcia disse que “vai tirar aquele moleque” e vai mostrar “quem é que manda aqui. Eu quero que você morra”, afirmou diante do técnico, que participava do encontro.

“A minha obrigação é avaliar a transparência com que o governo trata os recursos repassados pela União. Sou servidor público federal com esta missão. Não pode, de forma alguma, fugir de minha obrigação. Além disso, eu compartilho essas informações com os meus colegas do Conselho Estadual de Saúde, do qual sou membro titular. Esse assédio e perseguições acontecem com certa frequência. Creio que esta senhora quer a minha demissão a qualquer custo. Seguirei fazendo o meu trabalho. Não há tempo para picunhinhas. A ela eu não devo satisfação de nada”, declarou Hilder Halley.

O acjornal prepara uma reportagem completa sobre as obras que começaram e deveriam ter sido entregues –  todas com recursos do governo federal. Segundo o Conselho Estadual de Saúde, a gestão Tião Viana (PT) não emprega a sua contrapartida nos serviço, causando prejuízo às empresas contratadas e gerando inconformismo nas comunidades que deveriam ser contempladas. O prédio do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia) e ao menos três Unidades de Pronto Atendimento (UPA´s) estão na lista de empreendidos financiados com resursos do Ministério da Saúde com problemas de execução por falta de contrapartida da Sesacre.

O ministro Ricardo Barros, em visita ao Acre, neste ano, anunciou que abriria uma auditoria para apurar suposta corrupção. Lúcia não foi localizada

 

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