Tião Viana paga e protege ex-assessor desequilibrado que chama internautas de “putinha, vagabunda feiosa e Filho da P..”

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As medicações receitadas por um psiquiatra de Brasília ao jornalista Romerito Aquino fazem efeito inverso. O escriba, ex-assessor de imprensa do então senador Tião Viana (PT), continua disparando insultos na rede social, desta vez contra quem se contrapõe às ideologias petistas. Adjetivos como “putinha, viadinho, filho da puta, bicha feia, horrorosa e vagabunda feiosa” são usados pelo rapaz, que tem residência fixa na capital federal ficou conhecido, além do desequilíbrio mental, por embolsar diárias e passagens pagas pelo erário público no trecho BSB-Rio Branco (ida e volta), apesar de ter parentes no Acre.

Os impropérios mais recentes foram dirigidos a uma internauta, que decidiu levar o caso ao Judiciário. Antes, porém, Joelma Dantas, mãe de duas menores, fez questão de tornar públicas as ofensas, injúrias e difamações até então restritas a um grupo de whatsapp (veja a ilustração abaixo). O que inquieta os internautas é o fato de o governador do Acre aceitar calado o destempero do jornalista, e ainda pagar o ex-assessor por publicações que autopromovem o PT e o governo petista. “Ele (o governador) adora essas baixarias. Você acha que não””?, opinou um diretor do Sinjac (Sindicato dos Jornalistas Profissionais). Aquino é aposentado da União e sócio de um jornal com linha editorial 100% oficialesca bancado com dinheiro público.

Neste final de ano, uma crise nos porões da Comunicação Social precisou ser remediada, em razão do não-repasse de verbas pela Secretaria de Comunicação. Uma carta aberta foi entregue ao governador com ataques de natureza grave ao porta voz Leonildo Rosas, apontado, pelo grupo de Romerito Aquino, como  beneficiário de altos salários pagos à companheira e seus filhos. Os podres de um são jogados á mesa do governante, que parece refém de todos.

Diárias e passagem pagas pelo governo
Despesas com diária e passagens pagas pelo contribuinte

Em Brasília, Romerito tem confidenciado ser portador de doença crônica que leva à perda do equilíbrio emocional. Um dos sintomas evidentes é a alteração de voz e gestos com espumação no canto da boca. A reportagem apurou junto a uma ex amiga de Aquino que é comum que o jornalista tenha comportamento alterado “por banalidades”. Segundo ela, o jornalista incorpora um tipo de transtorno medonho a cada críticas que é feita ao ex-presidente Lula”.

Sobre os privilégios de Aquino, veja a reportagem assinada pelo jornalista Assem Neto, ainda em 2014, quando correspondente do Acre e Rondônia para o Portal UOL:

Postagem de Romerito no Brasil 427

O Governo do Acre paga diárias, todo mês, ao jornalista Romerito Aquino, assessor de imprensa do governador petista Tião Viana, e que tem residência fixa em Brasília e trabalhava no Senado Federal, quando o seu chefe era vice-presidente do Congresso Nacional. As despesas com ele, incluindo passagens aéreas, ida e volta, também arcadas pelo poder público, são desnecessárias considerando que a estrutura de Comunicação Social montada em Rio Branco, pelo estado, é uma das mais caras da Amazônia. O filho do jornalista, Sian Valle Rocha de Aquino, foi acomodado no gabinete do irmão do governador, Jorge Viana, senador e atual vice-presidente do Congresso Nacional.

Documentos obtidos pela reportagem comprovam que os pagamentos são realizados mensalmente. O Brasil Notícia apresenta nesta matéria os borderôs referentes aos meses de janeiro e março deste ano, sempre relacionando dez diárias e meia ao custo R$ 5 mil – valores  equivalentes ao salário de R$ 15 mil mensais. Na discriminação que justificaria a concessão das diárias, o governo informa que as viagens se destinam à produção de “reportagens “especiais”. Mas Romerito tem parentes na capital acreana e, em tese, não precisaria utilizar as diárias para hospedagem e alimentação. Uma pesquisa na rede hoteleira de Rio Branco conclui que Romerito jamais fez check In, nem mesmo na mais modesta pousada do estado. Romerito deveria dar expediente na Agência de Notícias do Acre, o portal oficial do governo, mas são muito poucas as reportagens de sua autoria, de acordo com levantamento feito pelos nossos repórteres. O jornalista também é aposentado da União e recebe pensão equivalente ao generoso  salário como servidor ativo do governo acreano.

 Nos corredores do Congresso Nacional, o jornalista é alvo de comentários por vezes indiscretos, por colegas que o tratam como secretário de estado, em razão dos rendimentos que lhe são pagos mediante a critérios sociais muito suspeitos. as viagens são feitas desde que Tião Viana tomou posse como governador.

 O jornalista, quando está em Brasília, deveria cumprir expediente na Repac (Representação do Acre em Brasília), um escritório situado no décimo-quarto andar do Edifício Casa de São Paulo, no Setor de Autarquias Sul. Uma funcionária Repac informou que o repórter tem viagem agendada para Rio Branco no próximo domingo, “sem data para retorno à capital federal”.

 Em suas “visitas” a Rio Branco, Romerito pousa na casa da sobrinha, Lane Vale, também jornalista, à Rua Edmundo Pinto, no Bairro Raimundo Melo.  O repórter também é irmão do indigenista Terry Aquino, que mora na capital acreana, e era cunhado do falecido jornalista  Pheydhews Carvalho.

 O chefe da Representação do Acre em Brasília, Carlos Rebello de Souza Filho, primo em terceiro grau do governador Tião Viana, também é beneficiado com passagens e diárias no mesmo valor para deslocamentos a Rio Branco. Por apenas seis diárias e meia, ele recebeu, no mês de março, R$ 3,9 mil – sugerindo que a remuneração de Rebello possa chegar a R$ 20 mil/mês. Ele acumula o cargo de coordenador de Tecnologia da Informação e Comunicação do governo, e também prefere hospedar-se na casa de parentes quando está no Acre.

 A reportagem recebeu denúncia anônima dando conta de que Rebello teria modificado a arquitetura do escritório (espaço público) para construir um dormitório após ele ter separado da esposa.  Nossos repórteres visitaram a Representação do Acre, um ambiente bastante modesto, e encontrou Rebello, que aparentava nervosismo ao ser indagado sobre o assunto. “Eu dormi aqui por duas semanas ”, afirmou.  Ele desmentiu que a estrutura do prédio tenha sido mexida para acomodá-lo.

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