No menu items!
24 C
Rio Branco
sábado, outubro 24, 2020

Sindicalistas pelegos atacam Sinteac, defendem governo e não cobram segurança nas escolas

Últimas

Gladson busca apoio do Exército para ofertar água potável em comunidades indígenas e ribeirinhas

Da Secom Os esforços do governador Gladson Cameli para melhorar a qualidade de vida da população acreana não param. Cumprindo agenda em Manaus (AM), nesta...

Polícia investiga prefeito do Acre e suas amantes, que são fantasmas e ostentam na Internet

Enquanto a maioria dos servidores da prefeitura de Xapuri trabalha jornadas de oito horas diárias para ganhar um salário mínimo, duas eventuais funcionárias comissionadas...

Número de alunos entrando no ensino superior público caiu em 2019

O número de alunos entrando em universidades públicas em 2019 foi de 559 mil, uma queda de 3,7% em comparação à quantidade de estudantes...

STF: plenário vai julgar obrigatoriedade da vacina contra Covid-19

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou urgência na tramitação de ações ligadas à vacinação contra a Covid-19. Com isso, o magistrado...

Anvisa libera importação de 6 milhões de doses da Coronavac

Após ser acusada pelo Instituto Butantan de retardar a fabricação da vacina da farmacêutica Sinovac, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou, nesta sexta-feira...

ESCLARECIMENTO NECESSÁRIO

Uma série de inverdades atribuídas ao Sinteac foi disseminada nesta quinta-feira, especialmente por representantes pelegos de sindicatos que, apenas, se prestam a fazer a defesa do governo, negando-se a enfrenta-lo, como deveria. Não procede a informação, inicialmente equivocada, noticiada por setores da imprensa local, de que “todos os diretores de escola” teriam feito pactos com facções criminosas – fato que, certamente, põe em risco a segurança das instituições de ensino e, muito especialmente, a integridade física de professores e funcionários de escola.

A direção do Sinteac esclarece que o assunto, por iniciativa da entidade, foi discutido em reunião com parlamentares, na Assembléia Legislativa, com um apelo para que o parlamento intervisse política e administrativamente. Entendemos ser extremamente grave a suposta parceria de alguns gestores com o banditismo. Obviamente, em momento algum foi dito que o conjunto dos gestores estaria envolvido em negócios espúrios com grupos criminosos. Sob esse prisma, os próprios deputados são testemunhas. Seria leviano generalizar.

Para a surpresa de todos nós, os ditos sindicalistas, especificamente os vinculados ao Codep e ao Simproacre, trataram de acusar a nossa entidade e a sua presidente, agindo como “advogados do Diabo”, deixando cada vez mais evidente a sua incapacidade de cobrar segurança para as nossas escolas. Mais que isso: deixando transparecer a sua indiferença com o risco de morte que os trabalhadores estão sujeitos diariamente. Seria repetitivo demais lembrar o atrelamento do Codep e do Simproacre, sobretudo à SEE, em função desta relação promíscua e inconveniente que atrasa e retrocede a luta por direitos. Alertamos toda a categoria, independente de função ou cargo, para a necessidade de refletirmos e repensarmos suas representatividades, afinal não nos parecem bem intencionados aqueles que sequer levantam-se para defender a vida de seus filiados.
Por meio deste esclarecimento, o Sinteac reafirma seu repúdio à possível interferência de facções em gestões escolares.

E ratifica sua obrigação de cobrar, fiscalizar, denunciar e lutar por direitos consagrados em lei, assim como combater a omissão do poder público e seus parceiros covardes. O Sinteac está à disposição dos gestores e a categoria para lutarmos, juntos, pela segurança na escola. Jamais faríamos qualquer tipo de acusação a nossos valorosos gestores, que estão expostos a essa onda de criminalidade no estado e que estamos cobrando através do MP que todos sejam protegidos

Rosana Nascimento




- Advertisement -

Mais notícias

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui