Direto do Acre: torcedores do Atlético viajam quase 3 mil km para torcer pelo time no Horto

O Consulados do Galo já pode planejar uma nova “aquisição” no norte do país. A organização que junta diversos torcedores do Atlético em cidades fora de Minas Gerais e espalhadas até em outros continentes já tem “material” para criar a AcreGalo. No jogo entre Atlético e Sport nesta quarta-feira, uma família acreana compareceu ao Independência para prestigiar o clube alvinegro pela primeira vez in loco.

Dona Francisca Silva Gouvêia, descendo a rua Ismênia Tunes com uma bandeira do Acre enrolada nas costas com orgulho, é a matriarca de um pequeno grupo de cinco torcedores do Galo que sofrem e vibram pelo time a 2.800 km de distância de Belo Horizonte.

Francisca trouxe o filho Mark, a nora Denise e a neta Clara ao Independência. Na verdade, a líder da trupe é a caçula. Clara mora em Belo Horizonte e já é “velha de Horto” e seu pai Gérson, genro de Francisca, foi quem levou a paixão pelo Atlético para a família Gouvêia.

A passeio em Belo Horizonte, o trio poderá, pela primeira vez, assistir de perto o clube do coração. Mesmo que tenham escolhido um dia na qual a Massa alvinegra não deverá lotar o Independência nesta 9ª rodada do Brasileirão.

Clara se empolgou com a ideia de criar um “Consulado” do Atlético no Acre. Afinal, na região norte, apenas no antigo território boliviano e no Amapá não existe uma filial de torcedores alvinegros. No mapa atleticano, já há sangue alvinegro devidamente identificado na Amazônia (Galo Mao), no Pará (Galo Pará) e Roraima (Galo Roraima) e em Rondônia (Galo Porto) e em Tocantins (Galotins).

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