“E se o Gladson cair na Lava Jato?”, indaga Bocalom, que trabalha segunda alternativa da oposição para o governo em 2018

Bocalom no ato de filiação de Alan Rick, na noite desta quinta-feira (22)

O presidente da Executiva Regional do DEM-AC, Tião Bocalom, disse que a crise política enário político agravado pelas investigações da Operação Lava Jato exigem reflexões e tomadas de decisões razoáveis. O dirigente se diz entusiasta da pré-candidatura do senador Gladson Cameli para o Governo do estado nas eleições de 2018. “Nós vamos rodar o estado todo para ouvir a população. O Alan (Rick, filiado na noite desta quinta-feira) pode ser nosso candidato a governador, como pode disputar o senado ou a reeleição. O Rocha, inegavelmente, é um dos grandes quadros do PSDB, e não pode estar fora de qualquer discussão nesse sentido. Eu estou pronto para atender o que for melhor para o nosso Acre”, disse. “A única certeza é que nós estamos conversando com as pessoas”.

Gato escaldado…

“Agora, e se houver problema com o Gladson, uma coisa que nós, sinceramente, não queremos que aconteça. E aí, a oposição vai ficar sem alternativa?”, indagou Bocalom. “O próprio PT está entendendo que é preciso lançar mais nomes para essa disputa. É bem provável que eles (o PT) venham com duas candidaturas para tentar levar a disputa para o segundo turno”, afirmou. Bocalom admitiu que o nome de Alan Rick foi mencionado, ainda que informalmente, como potencial candidato ao Palácio Rio Branco. Porém, assegura, nada é oficial nesse momento. “Então…..nós vamos, sim, criar novas alternativas. Nosso trabalho é muito sério. É algo de quem quer propor soluções para a coletividade”, reafirmou. Para ele, as eleições de 2018 serão da ética e da moral.

Do lado petista

No PT, o prefeito Marcus Alexandra já teria admitido sua intenção se disputar as convenções. A chamada Democracia Radical do partido, capitaneada pelo próprio governador Tião Viana, dirigentes partidários e o articulador Francisco Nepomuceno, defendem a candidatura do deputado estadual Daniel Zen, líder do governo na Aleac. A ala de mulheres petistas mantém apoio á vice-governadora, Nazaré Araújo. Ainda pela Frente Popular, o secretário de Segurança Pública, Emylson Farias, surge como opção do PDT

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