Sem a união das oposições, Gladson Cameli não será candidato. DEM é pivô da discórdia

O senador Gladson Cameli deixou claro que não vai “perder tempo” disputando o Governo do Acre sem a união de todos os partidos da oposição. Cameli não concorda com a decisão do DEM de lançar uma candidatura alternativa. Na última semana, o acjornal.com noticiou, com exclusividade, a declaração do presidente estadual do Democratas, Tião Bocalom, para quem é preciso haver uma opção ao eleitor caso a operação Lava Jato surpreenda antes ou no decorrer da campanha eleitoral. “E se o Gladson cair na Lava Jato?”, indagou Bocalom (veja a reportagem aqui). A insatisfação do senador do PP foi demonstrada a assessores e dirigentes do partido. Filiados de peso ouvidos pela reportagem disseram que “a intransigência de alguns membros da oposição vai entregar o governo ao PT por mais quatro anos”. Ninguém da assessoria do senador foi localizado até o fechamento desta reportagem, na noite deste domingo.

Números

O dirigente democrata Frank Lima postou numa rede social o que chamou de “triagem políticas” com base na votação obtida pelas principais lideranças do DEM na atualidade somente na capital. O dirigente relatou a votação dos deputados federais Alan Rick (recém filiado ao DEM), Major Rocha, do PSDB, e do próprio Bocalom, 176.280 votos na corrida para o governo em 2014. Franck Lima é entusiasta de uma segunda candidatura da oposição e, para tanto, prometeu listar a “desenvoltura de alguns políticos na capital. “Mais fica bem claro que o Rocha, Alan e Bocalom têm peso na capital, no tocante a uma candidatura majoritária”, disse ele.

Chapa pronta

O DEM amadurece a cada dia o planejamento de lançar uma chapa com Alan Rick, Bocalom e Rocha, mas não fechou questão sobre qual dos três sairia para o governo.
“Estamos conversando com o povo. Isso é possível, sim. Por que não? “, disse o presidente do DEM.

 

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