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sábado, setembro 26, 2020

Polícia Federal recolhe provas de suposto esquema que elegeu vereador Railson Correia

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Agenda em poder da PF mostra “santinho” do candidato com nomes de pacientes selecionados para “ganhar” consulta em troca de voto

A Polícia Federal recolheu provas do um suposto crime eleitoral que elegeu o vereador Railson Correia (PTN), nas eleições de 2016. São anotações de consultas médicas agendadas pela desempregada Elias Regina. A mulher recebeu os agentes federais em sua residência, na manhã desta terça-feira, e entregou todos os agendamentos que ela mesma fez na rede pública de saúde em nome de pacientes que deveriam votar em Railson. “Colaborei e vou colaborar mais ainda. Esses documentos só servem para a polícia”, disse.O vereador é irmão do deputado estadual Raimundinho da Saúde, do mesmo partido, que também preside a Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa do Acre. A PF ouviu a denunciante, que confirmou ter sido orientada pelo então candidato em troca de um emprego depois das eleições.

Elis confirmou o esquema, e foi questionada pelos policiais sobre parentes e cabos eleitorais de confiança do vereador, a maioria deles com cargos no Depasa. O jornalista Assem Neto fez a denúncia que provocou a investigação federal, no dia 4 de maio. O promotor eleitoral Admilson Oliveira e Silva, da 1ª Zona Eleitoral, disse á época que “há indícios de crime eleitoral”. Ele recebeu os documentos.

Diálogos de Elis com o vereador eleito. O emprego não passou de uma grande mentira

Depois da eleição, cansada de tentar falar com o vereador eleito, Elis Regina procurou a imprensa. Ela juntou como provas, ainda, vários diálogos pelo aplicativo Whatsapp, em que Railson Correia promete recebê-la, mas tudo não passou de promessa. A mulher só foi procurada após a publicação da reportagem. Irmãos e um sobrinho do vereador estiveram na sua casa, e fizeram ameaças. Elis procurou a polícia. O delegado do caso orientou a denunciante a informar a polícia qualquer tentativa de aproximação por parte do vereador, do deputado e de seus parentes.

Um agente federal disse que “algumas pessoas” serão intimadas a contribuir com a investigação. Sem dar detalhes, o policial afirmou que não sabe informar se o vereador já foi citado




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