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sábado, setembro 26, 2020

Ney Amorim, governador em exercício, revela preocupação com a extinção de zonas eleitorais. Magistrados também são contra

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O governador em exercício, Ney Amorim (PT), recebeu, na tarde desta quarta-feira, magistrados preocupados com a extinção de zonas eleitorais. Da audiência participaram  o presidente da Associação dos Magistrados do Acre (Asmac), Luís Camolez, e o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o desembargador Roberto Barros. As autoridades cumprem uma agenda preparatória para o Encontro dos Legislativos que ocorrerá sexta-feira (30) para falar sobre os resultados da redução. Ney Amorim, presidente da Aleac, disse que “toda iniciativa que evite transtorno aos eleitores e garanta tranquilidade e transparência nas eleições deverá ser discutida como prioridade. “É uma questão de ordem pública e garantia de equilíbrio na condução do pleito”, opinou o governador.

O primeiro encontro dos magistrados foi realizado com o presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, o vereador Manoel Marcos, na terça-feira (27). Segundo Luís Camolez, o objetivo é que o Acre mantenha, no mínimo, o número atual de Zonas Eleitorais, garantindo a mesma quantidade de juízes para atuar nas eleições, evitando que as votações e os registros de candidaturas sejam prejudicados.

“Buscamos o apoio da classe política para evitar prejuízos à democracia. Atualmente, o juiz eleitoral precisa fazer grande esforço para garantir o cronograma previsto para os pleitos, então uma redução representará danos a toda à estrutura montada para as votações”, explicou o presidente da Asmac. O presidente do TRE lembrou que o ideal é a ampliação, permitindo que a população e os candidatos recebam um atendimento ágil e eficiente. “É preciso que haja um aumento do número de Zonas em várias regiões, como no Juruá. Extinguir é um retrocesso”, afirmou o desembargador Roberto Barros. o cronograma, a 2ª Zona Eleitoral (que tem como sede o município de Xapuri) deverá ser extinta, acompanhando o mesmo destino da 10ª Zona eleitoral.  A redução foi determinada presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Gilmar Mendes, que alegou contenção de despesas.




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