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terça-feira, setembro 29, 2020

Professor da UFAC já está sob investigação por declaração homofóbica. Reitor pode decidir por afastamento ou demissão em 30 dias

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Professor Mauro Rocha estaria deprimido

Os acadêmicos de Comunicação Social da Ufac vítimas de crime de ódio já formularam a denúncia, por escrito. Uma comissão de ética e outra, de caráter disciplinar, serão constituídas nesta sexta-feira para investigar o professor Mauro Rocha, a quem são atribuídas posturas homofóbicas dentro da sala de aula. Mauro teria afirmado que a Aids é invenção dos homossexuais, que as mulheres lésbicas são frutos de abusos dos pais e que a homossexualidade é uma anomalia genética. Os alunos denunciam que o professor ainda “ensinou” que gays não podem adotar e que ser gay é uma opção. Mauro está incomunicável. Ele não informou que se ausentaria do trabalho.

Em 30 dias, as duas comissões apresentarão relatório ao reitor Minoro Kimpara. Após a investigação, as comissões poderão recomendar afastamento ou demissão de Mauro Rocha. “Nosso estatuto não prevê afastamento antes de o acusado ter direito à ampla defesa. Esclarecemos que a nossa postura aqui (na Ufac) é de condenar qualquer ato homofóbico, seja a vítima quem seja, seja o autor quem seja”, disse o reitor, a quem caberá acatar ou não as recomendações que lhe forem enviadas.

O reitor da Ufac informou que o professor não tem antecedentes de indisciplina ou desvio ético. Pelo que sabemos, é uma pessoa tranquila. É preciso saber o que motivou este rapaz a proferir tais palavras. Antes de condenarmos, é preciso nos aprofundarmos no caso, ver o lado humano e decidir com calma”, afirmou Kimpara. A administração superior da universidade foi informada de supostos problemas pessoais enfrentados pelo professor, o que poderia tê-lo desestabilizado.

“Em um espaço de emancipação e troca de conhecimentos como o meio acadêmico, não podemos aceitar em hipótese alguma que qualquer discente se sinta repreendido, oprimido ou excluído dos meios em que frequenta, ainda mais a sua própria sala de aula”, reagiu, por meio de nota, o Diretório Central dos Estudantes (DCE).

“O Centro Acadêmico do Curso de Jornalismo repudia todo e qualquer discurso de ódio por parte de docentes, discentes, servidores ou quaisquer membros da sociedade, seja no âmbito acadêmico, profissional ou social. Repudia, também, o ensino baseado em opiniões pessoais sem o devido fundamento teórico ao qual se destina a formação acadêmica”, diz nota emitida pelo CACJ.

 




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