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quarta-feira, setembro 30, 2020

Comissionados não comparecem e prefeito mostra as unhas em ato pró-Lula no Acre: “já esqueceram o que ele fez pelo Brasil?”

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A defesa de Lula em ato convocado pelos irmãos Viana no Acre foi um tremendo fiasco. A Esplanada do Palácio Rio Branco não lotou, como esperavam dirigentes petistas, o governador e o senador. Desta vez, nem mesmo os cargos comissionados atenderam á “intimação”. A imprensa oficial teve dificuldade para enquadrar o prefeito, Tião, Jorge e deputados aliados numa foto com público satisfatório ao fundo. Tião calou e deixou que o irmão e o prefeito da capital, candidatos, fizessem as honras de cerimonialistas.

Ainda assim o discurso em defesa do “pai dos pobres” foi mantido. Marcus Alexandre, virtual candidato da Frente Popular ao Governo do Acre, ao perceber que o teatro não iria prosperar por falta de platéia, disparou contra os cidadãos brasileiros: “parece que já esqueceram o que Lula fez de bom por esse país”. O prefeito disse que Lula deve voltar á Presidência da República. O juiz Sérgio Moro foi alvejado pela tropa petista. O jornalista Aarão Prado, assessor de Jorge Viana, cantou o jingle da campanha vitoriosa do ex-presidente, intitulado “Lula-lá”. Jorge, aliás, apareceu mais que os demais. Levou ao ato o sambista Bruno Damasceno para interpretar a canção “O que é o que é”, de Gonzaguinha. Foi um oferecimento do senador ao condenado da lava jato. Daniel Zen, o deputado que não tem a menor chance de disputar o governo, insistiu no jogo de cena. Perpétua Almeida, a ex-deputada federal, também estava lá.




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