Dirigente tucano aponta erros de Gladson e Bocalom, sugere que Rocha tem mais espaço que Bittar e fala do “prefeito madrugador”

Francineudo: Tudo é possível

O presidente da Executiva Municipal do PSDB, Francineudo Costa, diz que o apoio ao DEM não é definitivo. Ele afirma que é cedo para avaliar o futuro do partido, e admite até possível aliança com Gladson Cameli. Sobre a briga por espaços entre Bittar e Rocha, o dirigente opina que o deputado federal congrega maioria interna. Confira a entrevista:

 

Acjornal – Qual a tendência de composição do partido para as eleições de 2018? O DEM é caminho sem volta?

Francineudo – Temos uma aliança programática com o DEM de Tião Bocalom, porém o PSDB não se fechou para os demais partidos da Oposição, continuamos dialogando, tenho certeza que chegaremos em 2018 com uma única candidatura de oposição, seja com Rocha, Gladson ou mesmo Bocalom ao governo do Acre.

Acjornal – Haverá espaço para Márcio Bittar e Major Rocha no mesmo “ninho”?

Francineudo –  Major Rocha e Márcio Bittar são as maiores lideranças do PSDB, ambos querem disputar uma das vagas do senado, porém entendo que só terá espaço para um, com certeza essa decisão se dará através das PRÉVIAS do partido. Ao meu ver o deputado federal Major Rocha hoje é maioria dentro do PSDB.

Acjornal – O que pensa o PSDB sobre a divergência recente entre Bocalom e Gladson?

Francineudo –  Não temos nenhum candidato ao Governo que seja unanimidade na oposição, Porém vejo o senador Gladson Cameli com uma certa vantagem sobre os demais. Particularmente defenderei o nome que estiver melhor avaliado pela população.

Acjornal – É verdade que o senador do PP travou candidatura alternativa à prefeitura de Rio Branco em 2016?

Francineudo – Quem fez tal afirmação deve ter se equivocado, em 2016 a oposição teve duas candidatura, em uma delas fui candidato a vice Prefeito, nesta eu posso afirmar que Gladson não teve nenhuma intervenção, a aliança do PSDB com o PR foi uma decisão particular do PSDB.

Acjornal – Gladson Cameli é unanimidade na oposição?

Francineudo – Não existe nenhum paladino da oposição, Gladson foi infeliz em afirmar que uma segunda candidatura estava a serviço do PT, assim como Bocalom foi infeliz em se intitular, o único opositor ao governo do PT. É preciso responsabilidade e respeito, só assim construiremos um grande arco de aliança para vencer o carcomido projeto do PT que atrasou o desenvolvimento do Acre em 20 anos.

Acjornal – Qual o capital político do PSDB hoje no Acre, incluindo prefeitos e vereadores?

Francineudo – O PSDB do Acre é um maiores partidos, hoje temos um Deputado federal, Major Rocha, o melhor avaliado, temos um Deputado Estadual, Luis Gonzaga, com ótima atuação, duas prefeituras, Zum em Assis Brasil e Gideón Barros em Plácido de Castro. Temos 16 vereadores em todo o estado, dois deles eleitos na Capital, Célio Gadelha e Clézio Moreira.

Acjornal –  Como avalia a gestão Marcus Alexandre?

Francineudo – Marcus Alexandre teve um bom desempenho no primeiro mandato porque pegou a gestão com um planejamento pronto em 2012, o seu diferencial foi marcar presença nas ruas e um Marketing pesado para vender a imagem do “Prefeito madrugador”. Marcus executou o projeto da execução das creches e de algumas UBS, que são recursos do governo federal, os demais projetos ficaram pela metade, inclusive o shoping popular e a duplicação das Principais ruas de Rio Branco.

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