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terça-feira, setembro 29, 2020

Petista derrotado em 2016 pede cassação do 1º índio acreano eleito prefeito, acusado por Caixa 2

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O prefeito de Marechal Thaumaturgo, Isac Pyanko, e seu vice, Valdélio Furtado, eleitos pela coligação PMDB-PSC, deverão se explicar à Justiça Eleitoral, no próximo dia 28, sobre a acusação de uso de caixa 2 durante a campanha de 2016. A cassação da chapa eleita é pedida pelo candidato derrotado, Aldemir Lopes, petista dissidente do PMDB. A acusação diz que o candidato eleito sonegou gastos que deveriam constar na prestação de contas, ficando configurado crime de caixa 2 e abuso de poder econômico.

Lacy Castelo Branco de Menezes, apontada na denúncia como coordenadora da campanha, e dona Fátima Pyanko, esposa do prefeito eleito, repassavam dinheiro em espécie a terceiros, para que estes depositassem tais quantias em suas contas pessoais e, a partir daí, procedessem à transferência de tais valores para a conta da campanha.Cópias dos recibos foram juntados como prova.

 

Aldemir levanta suspeita de que parte dos recursos destinação teria sido destinada à Associação Apiwtxa, pessoa jurídica administrada por Pianko e seus irmãos. A associação é uma ONG mantida, inclusive, com verbas internacionais.

 

Muitas pessoas, diz a denúncia, foram contratadas para trabalhar na campanha de Pianko com diária de R$ 25,00, segundo comprovam planilhas anexadas ao processo. Há provas, também, da frequência desses cabos eleitorais no comitê de campanha. Apesar de mísera remuneração, o que se gastou pagando esses trabalhadores não aparece na prestação de contas do prefeito eleito, segundo a denúncia. O candidato derrotado acusa o rival de pagar fiscais de urna, ao preço de R$ 50,00 com recursos da referida ONG. O dinheiro teria sido depositado numa conta pessoal da mulher do prefeito, diz a denúncia.

A reportagem não conseguiu contato com o prefeito para obter detalhes de sua defesa.

Com informações Juruá em Tempo

 




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