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sábado, setembro 26, 2020

Mesmo sem ônibus, facções mantêm tendência homofóbica e possível atentado na Parada Gay preocupa especialista

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Um especialista ouvido pela reportagem de acjornal.com revelou preocupações com o aumento da violência na Parada Gay, que acontece na tarde deste domingo em Rio Branco. Ele discorreu sobre a tendência homofóbica das facções criminosas que causaram mortes e medo na cidade nas últimas horas, com eventos semelhantes em algumas cidades do interior. “Temos que lembrar que essas facções têm muito respeito por algumas correntes evangélicas com tendência homofóbica. Não se pode descartar algum atentado ao evento”, opinou.os organizadores mantiveram a programação da Parada Gay, muito embora haja o risco de a frota de ônibus ser ainda mais reduzida ( ou completamente parada) em razão dos prejuízos registrados na noite sábado, quando quatro coletivos foram incendiados.  Nas redes sociais, há uma unanimidade dos internautas sobre a falta de controle do estado sobre a criminalidade”.

Por ser domingo, a retenção de ônibus nas garagens gera impactos menores. Porém, se a decisão das empresas for pela redução da frota na segunda-feira, haveria um caos generalizado. “É como liberar os celulares nos presídios”, comparou um comerciante.




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