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quinta-feira, outubro 1, 2020

Com debate da maconha saturado, Zen e Tião visitam fábrica de feijão e produção de “mel sem ferrão”

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O deputado Daniel Zen (PT) e o governador Tião Viana cumpriram agenda política no Alto Juruá. O registro do parlamentar nas redes sociais cita “a região de maior produção de mel de todo o estado e a usina de beneficiamento de feijão do município de Marechal Thaumaturgo. Disse ele:

“O litro de mel de abelha, sem ferrão, é vendido a R$ 80,00. Cada caixa/colmeia produz cerca de 1 litro por ano. Tem produtor com 30 caixas, com planos de expansão. É uma boa complementação de renda, em uma atividade que não ocupa espaço, não interfere em outras culturas e contribui para a polinização da floresta.

Já a Coopersonhos, cooperativa que administra a Usina de Beneficiamento de Feijão de Marechal Thaumaturgo está beneficiando 60 ton/ano. Ainda é pouco, mas já há planos e capacidade de expansão. Cada saca de feijão, de 50kg, é vendida a R$ 200,00. A cooperativa, que funciona há menos de 4 anos, tem uma movimentação financeira de R$ 240.000,00 por ano.

Tem gente que insiste na tese de que o Acre não produz. Certamente, estão presos ao modelo mental e a imagem icônica de que produção são apenas as grandes lavouras de monocultura, sobretudo a soja e a cana de açúcar.

Esquecem de analisar que é a agricultura familiar, e não o agronegócio, que põe comida na mesa de mais de 70% das famílias brasileiras.

Sem desmerecer o agronegócio, cuja produção é praticamente toda voltada a exportação (e isso é muito bom pra economia), a capacidade que um produtor rural da agricultura familiar tem de gerar receita e renda em um módulo de assentamento de 30 hectares é superior a rentabilidade de qualquer grande fazenda de gado.

Para isso, é preciso imprimir conceitos de sistemas agroflorestais (SAF’s), consorciamento de culturas, ilhas de alta produtividade (IAP’s), dentre outros. Plantar macaxeira, milho, ter tanques de piscicultura, unidades de terminação (engorda) de frangos ou suinos, hortaliças, pomares de fruteiras perenes, seringais de cultivo, tudo isso é possível em uma área de 30ha.

Dá trabalho, exige muita dedicação do colono e sua família e exige assistência técnica, mecanização e crédito facilitado, com juros subsidiados. O Acre está repleto de exemplos dessa natureza.

E ainda tem gente, da oposição, que diz que o Acre não planta nem cheiro verde. Tá precisando andar mais nos municípios…”




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