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quarta-feira, junho 16, 2021

Bocalom diz que não acredita em destituição. DEM faz mistério sobre mudança de comando no Acre

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Nada garante que Tião Bocalom deixará de ser o presidente do DEM no Acre. O organizador da convenção que vai destituir os diretórios democratas em todos os estados, Davi da Silva, respondeu com duas palavras a indagação feita pela reportagem de acjornal: “não vira”. Segundo ele, não está em discussão tirar Bocalom da presidência, muito embora a destituição esteja certa para ocorrer às 9 horas do dia 8 de março, em Brasília. A assessoria do presidente nacional José Agripino informou que a reunião pré-agendada para a última quinta-feira entre Bocalom, o deputado federal Alan Rick e o próprio presidente nacional não aconteceu. “Agripino recebeu apenas prefeitos do Rio Grande do Norte, numa agenda muito rápida, e não tratou questões do Acre”, disse Fernanda, assessora de Imprensa do senador. Bocalom foi localizado em Minas Gerais, onde acompanha a evolução do quadro clínico de sua esposa, dona Beth. “Eu não fui informado de reunião nenhuma. Estou sabendo da convenção do dia 8 apenas. Sinceramente, não creio que o DEM vai prejudicar um trabalho que ganhou fôlego. O partido está estruturado e pronto para mais uma eleição”, disse Bocalom. Ele mantém fidelidade à pré-candidatura do coronel Ulisses ao Governo do Acre.

No dia 8, após a destituição dos diretórios, será composta uma comissão provisória para dar início à renomeação dos diretórios. Davi, no entanto, não deu certeza sobre como será a reestruturação da legenda, mas admitiu que os espaços de poder dentro do Democratas vai exigir articulação e muita costura política. “Eu não sei como ficará. As tratativas se darão com o presidente e os envolvidos diretamente. A gente cuida mais das questões administrativas. Politicamente, tudo pode acontecer”, disse.




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