Hefesto: juiz autoriza “liberdade provisória” a Charlene Lima, a PM delator e a diretores da Aleac

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A publicitária Charlene Lima, presidente regional do PTB, deve voltar pra casa nesta quinta-feira. Ela estava presa preventivamente desde 13 de setembro. Os diretores da Assembléia Legislativa, Adalcimar Nunes e Francisco Auricélio Rêgo, também ganharão liberdade, assim como o policial militar Ednilson Pereira de Aguiar, delator de um esquema de suborno a servidores da Justiça do Trabalho. A ordem de soltura assinada pelo desembargador Federal Leão Aparecido Alves, do Tribunal Regional Federal da 1 região, atende ao pedido de Habeas Corpus movido pelos advogados de defesa. A liberdade é provisória e os acusados podem voltar à cadeia caso descumpram algumas condições impostas pelo desembargador. . Os diretores da Aleac devem efetuar depósitos individuais equivalente a dez salários mínimos, em juízo, antes de deixarem o presídio.  A fiança a ser paga pelo militar foi arbitrada em dois salários mínimos. Ele deixará o Batalhão do Bope nesta quinta, mas está proibido de manter contato, por qualquer meio com as testemunhas arroladas.

Na decisão, o desembargador esclarece: “estão registrados robustos indícios da tentativa de destruição de provas, já que,por diversas formas, a organização criminosa está tentando barrar a investigação criminal e inclusive fazer sumir processo judicial, bem como combinando versões para o caso de serem chamados aos órgãos de Segurança Pública.  As circunstâncias invocadas pelo Juízo são insuficientes à conclusão razoável, de que o
paciente, em liberdade, continuará a delinquir. Qualquer acusado pode, valendo-se de sua condição pessoal, tentar influenciar testemunhas ou combinar versões para o caso de serem chamados aos órgãos de Segurança Pública”.

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