Marcus Alexandre mente ao vivo, em debate na TV, sobre sua condução à Polícia Federal. STF não julgou o caso específico

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O candidato a governador do Acre pelo PT, Marcus Alexandre, disse que o STF julgou ilegal a sua condução coercitiva durante a Operação Buracos, em que a Polícia Federal investiga desvio de R$ 700 milhões em obras de infraestrutura no estado. O candidato mentiu. A condução ocorreu no dia 30 de outubro de 2017. Somente a partir do dia 15 de agosto deste ano, segundo decisão do Supremo Tribunal Federal, as conduções estariam vedadas. Os ministros do Supremo julgaram um caso concreto levado pela OAB nacional, e entenderam que seria desnecessário um um juiz mandar a polícia levar um investigado ou réu para depor num interrogatório.

O comentário de Marcus Alexandre foi feito no debate, ao vivo, na noite desta terça-feira, na Rede Amazônica de Televisão. Ele foi provocado pelo candidato Ulisses Araújo (PSL), que, em sua réplica, esclareceu: “não é verdade que o STF tenha decidido sobre o seu caso. Esta investigação ainda está sob a responsabilidade da Polícia Federal”, lembrou. Ulisses quis saber se o candidato petista, se eleito, apoiaria as investigações contra ele. No próxima oportunidade que teve, Marcus, mais uma vez, confundiu os telespectadores, acusando a PF de ter agido ilegalmente.

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