No corredor da morte, PT deve aceitar a derrota de cabeça erguida, diz cientista político

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O cientista político e professor universitário Nilson Euclides não acredita que Marcus Alexandre consiga reverter a larga vantagem de Gladson Cameli na reta final da campanha para governador do Acre. Ele sugere que o PT aceite a derrota ” de pé”.

O petista, ao adotar a baixaria nesta reta final, pode estar minando o seu próprio futuro político, entende o cientista que também nao faz boas projeções para o senador Jorge Viana. Leia abaixo:

O PT está no corredor da morte?

Nilson Euclides – Não digo que é impossível, mas é pouquíssimo provável o PT reverter esse quadro. A menos que aconteça um fato muito grave, as coisas caminham para serem resolvidas no primeiro turno..

Acjornal – Foi dada a ordem pra bater do Gladson nesta reta final…

Nilson Euclides – Não vai funcionar. O ataque só vai desgastar e descaracterizar o candidato do PT, que é uma liderança nova e tem tudo para voltar à política num outro momento. Dar porrada não é o perfil do Marcus Alexandre. Eu acho que o PT tem que perder a eleição de pé, com cabeça erguida. É muito errada essa orientação de marqueteiros para bater, bater, bater. Esses caras não têm relação nenhuma com a política, com a ética. Não vejo a baixaria como uma ação que possa mudar o quadro que está posto aí.  Tudo me parece muito consolidado já, na capital e no interior.

Acjornal – Jorge Viana será eleito?

Nilson Euclides- O Jorge corre o risco de ficar em quarto lugar e perder até para o Ney Amorim, que está crescendo muito. É muita gente casando voto Petecão com Ney e Ney com Márcio Bittar. A situação do Jorge é extremamente complicada. Eles têm muito tempo no poder. São muitos interesses colocados em xeque agora.

Muito mais reflexo do governo Tião, os vícios, a incapacidade de autocritica, a decisão de montar um secretariado medíocre que come na cozinha dele e que só fala o que ele quer. As principais secretarias são comandada por pessoal sem a menor qualificação. Eu não falo da capacidade de gerir mesmo, de ter conhecimento. Não é nada contra as pessoas em si. A Márcia Regina ocupa cargo estratégico mas quem ela chama para compor a equipe dela? A amiga que estudou no tempo do colégio com ela? Então, são deciusões provincianas que só dá nisso…um governo mal avaliada, incapaz de ouvir

 

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