Uma imagem impressionou a família de uma jovem que deu à luz na última quinta-feira na Maternidade Bárbara Heliodora: a criança respira e se move segundos após o nascimento. A mulher, que usa pulseira eletrônica, deu à luz no leito. O lençol permaneceu sujo de sangue três dias seguidos, como mostra a avó em vídeo enviado ao acjornal (veja abaixo). A maternidade, segundo a família, considerou ter havido um aborto. A criança foi filmada (veja o vídeo abaixo) e, de acordo com as imagens, respirava em certos momentos. Para o hospital, “nasceu, na verdade, um feto”.

A criança não teve o direito de ir para a incubadora, nem para a UTI, por que pesava menos que o recomendado, segundo as normas do hospital. “Por causa de 20 gramas minha netinha não foi pra UTI. Ela nasceu chorando, eu vi, e ficou viva por três horas. Pedimos para ver a menina, mas nos disseram que ela havia sido levada para os cuidados pediátricos. Na verdade, a criança morreu sem a gente saber e mandaram o cadáver para o expurgo, sem a nossa autorização, como se fosse um lixo hospitalar”, diz a avó.

A reportagem não localizou diretores da maternidade pública dispostos a contrapor a versão da família.

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