O governo do estado cortou até o almoço dos servidores que por muitos anos almoçam e jantam no próprio trabalho. O primeiro aviso foi dado aos trabalhadores da UPA da Cidade do Povo. Eles devem fazer as refeições em casa ou comprar seus próprios alimentos, inclusive aqueles que cumprem plantões de 12 horas e, por questões óbvias, não podem ir para casa em pleno expediente.

Um comunicado informa que as refeições preparadas, fornecidas por uma empresa terceirizada, não serão mais direito dos profissionais. A gerente administrativa Juliane Moraes emitiu o comunicado nos grupos de Whatsapp dos servidores, e abriu um protesto generalizado entre os funcionários – especialmente entre aqueles que estão habitualmente nas escalas de plantões.

A medida atinge Médicos, enfermeiros, farmacêuticos, biomédicos e os técnicos em enfermagem, radiologia, análises clínicas, além de todo o pessoal do apoio.

A ordem deve alcançar as demais unidades hospitalares. Um movimento

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