Halloween tem estilete no pescoço e brincadeira de mau gosto em escola pública do Acre

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A celebração do Halloween na Escola Glória Peres, mantida pela rede estadual de Ensino, no Acre, no último dia 31, foi além de uma brincadeira que valia nota e até inspirou um concurso de fantasias. A idéia de duas professoras de Inglês alcançou o objetivo no quesito aprendizado. Porém, escondeu até então o comportamento reprovável de alguns adolescentes que extrapolaram limites ao levar material cortante para a sala de aula. Fotos de encenações macabras preocuparam o responsável por uma menor que aparece imóvel enquanto um outro aluno põe um estilete em sua garganta. A menina bloqueou o próprio celular para esconder as fotos. Seu irmão, maior de idade e responsável legal, conseguiu burlar os códigos do aparelho, teve acesso aos registros e buscou satisfações da escola. “Minha irmã poderia estar morta”, disse o rapaz, que busca explicações. Estiletes e materiais similares são proibidos e isso é esclarecido no ato da matrícula dos alunos.

A reportagem de acjornal localizou uma professora que trabalha na Glória Peres. Por telefone, na noite deste sábado, a docente se disse assustada com a imagem que lhe foi enviada pelo parente da menina via aplicativo Whatsap. “Eu fiquei chocada, é verdade. Mas estamos dispostos a elucidar tudo. Chamaremos os pais do aluno e receberemos o responsável pela aluna. A nossa escola não tem registro de situação semelhante e a idéia de promover o evento foi exclusivamente para atender a uma agenda que acontece em várias instituições de ensino nesta data”, declarou a professora.

A direção da escola receberá os pais dos alunos na segunda-feira (5).

14 COMENTÁRIOS

  1. Isso é um descaramento desses adolescentes idiotas.
    Que volte o mais breve EDUCAÇÃO, MORAL e CÍVICA urgente.
    Cantar o hino nacional também deve ser obrigatório para esses delinquentes.
    Precisamos voltar a dar rumo para esse povo ou teremos outra sucessão de problemas para enfrentar…

  2. É um absurdo que o Brasil aceite este tipo de manifestações e incentive E DÊ NOTA para os alunos em atividades de Halloween. O Halloween era uma festa cristã (all hallows eve) que foi perdendo as suas raízes e se transformando num ritual pagão porque as manifestações de cristandade foram proibidas (na Inglaterra com a reforma protestante). De acordo com o Estado laico, se não se pode celebrar festas cristãs na escola, não se pode também celebrar festas pagãs. Estamos tirando Cristo da vida dos jovens, abrindo espaço para o Demônio e fantasiando nossos filhos de presente pra ele. Chega de Halloween nas escolas.

  3. Eu diria um total absurdo, a falta de informação ou o exagero nessa notícia, divulgar a dedicação, participação, organização e o protagonismo dos alunos, não. Mas, deve ser bem mais fácil jogar no ventilador uma matéria de tal tipo, sem se importar com o caos lamentável que tais argumentos podem causar. Como sempre 99% das coisas boas que a escola realiza e têm realizado ao longo desse ano não são valorizados, enquanto aquele 1% é suficiente pra render tal notícia.

    • Esse 1% é o que conseguimos visualizar e as coisas que fazem as escuras e os pais não sabem? Devemos coibir qualquer tipo de coisa ruim que as escolas produzem, afinal são o futuro de nossos filhos que estão em jogo!

      • Se há desvio de caráter, o mal foi “produzido” em casa, não na escola. Sugiro que crie bem seus filhos, para que não precise jogar a culpa dos erros dele nas costas da escola. Sugiro também que acompanhe e conheça o dia dia da escola onde ele estuda, para depois não sair falando asneiras baseadas em informações sem credibilidade e equivocadas.

  4. Independe de ser dentro ou fora da escola, o que precisa ser investigado é a veracidade dos fatos, não li a fala da diretora pelos os jornalistas, não gosto de injustiças, se esses jovens estão gritando por socorro, que é o que mostra a foto, o que as famílias estão fazendo para ajudar ???antes de um reportagem dessa precisaria ter ouvido os responsáveis a escola, até mesmo os colegas, não vejo uma reportagem assim, trazer benefícios, estão criticando sem conhecimento algum, expondo isso em jornais não é muito mais prejudicial, do que conversar com as famílias e encaminhar ao psicólogo até mesmo a terapias ???gostaria de saber a oponíao de quem fez a reportagem,

  5. A reportagem esclarece que materiais cortantes são proibidos em sala de aula. Por si, a foto prova ter havido violação deliberada desta regra. Os familiares da menina foram ouvidos, como consta no texto. Uma professora, idem, sendo ela responsável pela instituição. Não há outra “veracidade” a ser noticiada – a não ser o espanto da própria professora diante de um flagrante de traquinagem deliberada de alunos malandros, irresponsáveis, alheios ao perigo. Eliandia Dantas, seus conhecimentos sobre a arte de fazer jornalismo não são referência, mas a sua opinião será sempre respeitada. Nenhuma lei me proíbe de divulgar, informar, seja o assunto qual for. Quanto a psicólogos, é papel, primeiramente, dos pais cuidar e educar suas crias, para que não se exponham ao ridículo, como se vê no episódio em questão. Alertar também é prevenir.

  6. Muito me impressiona um “jornalista” tão antigo quanto o sr. assinar uma informação tão equivocada (beirando o absudo) como esta. Já dizia Caetano: “Quem não é recôncavo não pode ser reconvexo”. Logo, quem não apura, pesquisa e se informa dos fatos não merece nenhuma credibilidade. Sugiro que tanto o irmão da aluna quanto o “jornalista” busquem se informar quanto ao que realmente aconteceu (nada além de uma maquiagem feita com lápis de olho e uma cena com a presença de um MATERIAL ESCOLAR) e como realmente funciona a escola jovem, invés de tentar sujar a imagem de uma instituição de ensino do tamanho do Glória Pere”S”, que desde 2003 vêm honrando seu compromisso com a educação pública e de qualidade.
    Se a professora Elandia não é referência em jornalismo, o senhor com certeza também não é – pois jornalismo é feito com base na verdade, e não em matérias errôneas e equivocadas carregadas de sensacionalismo para atrair público.
    Falta total do objeto básico do jornalismo: a verdade dos fatos.

    • A escola não foi atacada. Jamais seria, pois não vi motivos para tal. Não desvie o foco. Repito: as opiniões serão respeitadas,sem censura. Contudo, há de se explicar por quê alunos tiveram acesso a um estilete dentro da sala – ou adentraram no estabelecimento de ensino com uma arma letal. Decerto, há motivos para criticar a escola, mas não o fiz por acreditar que isso é obra, sim, de delinquentes malcriados, e fugiu ao controle da direção. Material escolar uma ova.

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