Todos os desembargadores da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça negaram Habeas Corpus aos militares presos sob a acusação de torturar e crucificar um suspeito no assoalho de uma casa. Os três policiais militares presos durante a Operação Calvário, do Ministério Publico Estadual.

De acordo com a denuncia já aceita pela Justiça, o crime aconteceu em Março deste ano.
Os policiais integravam o serviço reservado (P2) pregaram em forma de crucifixo um homem identificado apenas por Marcio no assoalho da resistência. Marcio era suspeita de furtar a casa de um dos policiais.
A defesa alegou que, como o processo já foi concluído, a liberdade dos policiais não prejudicaria o andamento das investigações. Mas os desembargadores, por conta da gravidade do crime, negaram o H.C. Para o relator, desembargador Pedro Ranzi, os requisitos da prisão preventiva ainda estão presentes.

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