Dos 14 partidos atingidos pela cláusula de barreira nas últimas eleições, cinco tentam negociar fusões para manter acesso ao fundo partidário, bem como ao tempo de rádio e TV no horário eleitoral. Entre as siglas, está a da ex-senadora e postulante ao Palácio do Planalto Marina Silva (Rede). Também estão no grupo PCdoB, Patriota, PPL e PHS. As informações são do jornal O Globo.

Segundo a reportagem, o PCdoB, assim como o Democracia Cristã (DC), tentam reverter a medida na Justiça Eleitoral. Outros partidos, como PTC, PMN, PMB, PSTU e PCB pretendem atravessar os quatro anos até a próxima eleição com contribuições de militantes e simpatizantes, ou com economias que têm em caixa, na expectativa de ter um desempenho melhor em 2022. Eles também planejam investir nas redes sociais como principal canal de comunicação com o eleitor.

Por outro lado, legendas maiores tentam filiar os 32 deputados eleitos pelos nanicos, que estão autorizados a migrar sem o risco de perder o mandato por infidelidade, informou o jornal carioca.

Entre as siglas que não atingiram a cláusula de desempenho, a Rede tem uma dificuldade a mais. Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em setembro de 2015, a legenda não pode, formalmente, se fundir a outra, pois a Lei dos Partidos exige, para isso, pelo menos, cinco anos de existência.

A Rede tem conversado com o PPS e a saída seria que seus integrantes se filiassem àquele partido, que, pelo acordo em negociação, seria refundado, mudando de nome, estatuto e programa.

Fonte: metrópoles.com

 

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