Serviço secreto americano inspira segurança de Bolsonaro, sem carro aberto e distante dos repórteres

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O gabinete de Segurança Institucional (GSI) copiará algumas medidas do Serviço Secreto Americano usadas na proteção a Donald Trump.  Nos EUA, os cuidados com segurança chegam a níveis máximos. Bolsonaro terá a mesma atenção já na posse. A Agência Brasileira de Inteligência e a PF avaliam extinguir as tradicionais entrevistas nas quais o presidente fica rodeado por repórteres e os preparativos de viagens e contato com o público também serão repensados. A equipe de Bolsonaro estuda ainda abandonar o tradicional desfile em carro aberto na cerimônia de posse. O veículo que costuma ser utilizado no percurso pela Esplanada dos Ministérios é um Rolls-Royce que o Brasil recebeu de presente do governo britânico, em 1953.

“O esquema que está sendo preparado para receber um presidente que já sofreu um atentado será muito diferente e muito mais severo do que qualquer outro titular do Planalto já viu ou teve”, declarou à Revista Veja o ministro-chefe GSI, general Sérgio Etchegoyen

Atualmente, uma equipe de 55 homens da PF se reveza na proteção ao presidente eleito. A informação é de que as ameaças partiram de diferentes fontes, inclusive de facções criminosas como PCC e Comando Vermelho. Ameaças interceptadas por escuta telefônica também estão sendo investigadas, publicou a revista. Bolsonaro é casado e tem cinco filhos. Todos têm direito à segurança da Presidência. Serão montados escritórios no Rio de Janeiro para dar infraestrutura à família tanto de Bolsonaro quanto do seu vice, general Hamilton Mourão, que têm casa na capital fluminense.

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