Policial tenta invadir Huerb e saca arma após agredir funcionária. Todos foram para a Delegacia de Flagrantes

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Um policial puxou a arma para atirar numa acolhedora do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco, na noite deste domingo. Aparecida (o sobrenome não foi revelado) tentava impedir que um grupo de parentes entrasse sem autorização para visitar um paciente. Não era horário de visitas. Ainda assim, o policial, acompanhado de seus familiares, tentou ter acesso ao interior do hospital, botando para dentro outros familiares seus. O vigilante também reagiu, alegando que as normas do hospital não permitem grande número de acompanhantes fora do horário de visita.

A acolhedora tomou um soco no rosto, segundo relataram testemunhas, e caiu no chão. A servidora da saúde foi amparada por colegas de profissão enquanto o policial ameaça sacar a arma. Ele foi contido pelos próprios parentes.

Militares representando a Corregedoria Geral de Polícia Militar foram ao hospital e conseguiram acalmar o policial, que não estava de serviço mas usava uma arma que, supostamente, está acautelada pelo Estado. Ele a a acolhedora foram levados à Delegacia de Flagrantes.

Enfermeiros, auxiliares e técnicos falaram à reportagem de acjornal sobre o episódio. Eles confirmaram a versão acima e fizeram duras críticas ao governo, que, em momentos de crise como este, não oferece a mínima garantia jurídica e assistência social aos funcionários.

A servidora agredida não teve garantia nenhuma do estado, quando o ideal é ter um advogado à sua disposição nesse momento. Os diretores do hospital não dão expediente nos finais de semana e feriados, e não foram localizados.

A Corregedoria de Polícia não se pronunciou.

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