As estripulias do Casanova tupiniquim e suas quengas no Governo do Acre

1

Tórridos casos poli amorosos em sequência atiçam os bastidores da política na terra de muros mais que baixos. Seria o farto avivamento de indulgências amorosas por parte de uma versão acreana de Casanova, o sedutor da antiga cidade de Veneza que investiu pesadamente na arte de amar mulheres, despudoradamente. Mas, no caso do boy acreano, pendurado em têtas governamentais, remunerando as dondocas com o meu, o seu, o nosso imposto. E assim faz de besta o mais jovem governador de todos, a assinar atos pensando serem esses documentos produzidos com o mais rigoroso critério técnico, e induzindo a pensar que está cercado dos mais diletos e leais amigos. 

Aquele insigne sedutor que virou filme de Fellini e sinônimo de pegador insaciável, o Sr. Giácomo Girolamo Casanova, no entanto, não tinha pano para as mangas, como o tem, aqui, o “açucarado” conquistador do pé rachado. Este teria acoitado em cargos comissionados não menos que uma dezena de amantes. Há listas correndo de mão em mão, de sindicalistas e jornalistas. O que farão após confrontá-la com o Diário Oficial?

As ninfetas que lhe prestaram, ou ainda lhe prestam, serviços de prazer, quengas mesmo, são mantidas às expensas do erário, a despeito da ética do serviço público, e para o desespero e afronta ainda maior da militância que promoveu a mudança, ainda à beira da miséria e da inanição. Há quase 4 meses os mendicantes esperam o reconhecimento por uma modesta CEC 1 como paga pelo esforço que entronou os que lá estão. O libertino do governo nem tchum para os coitados!

Não que pagamento de baixaria chegue a ser novidade no Acre. Amantes são D A S cativos desde que penico tinha tampa. O que, no entanto, causa espanto, é não apenas a ingratidão com que os eleitos tratam os companheiros. Choca mesmo é o fato de os edredons que se mexem freneticamente nesse big brother político chamem atenção para o núcleo duro (sem trocadilhos) do governo, que substitui o outro, aquele, passado, cujos partidos de sustentação tentavam regulamentar a “Mais Antiga das Profissões”. Ainda bem que foram banidos pelo asco dos sérios com a prática da indecência e da imoralidade pública. 

Que ninguém que isso pratique se constranja ou se ofenda. Mas que pague com seu próprio dinheiro as suas orgias e seus casos conjugais e extra conjugais mal resolvidos.  

Ou nós, contribuintes, seremos a puta da vez até quando?

 

1 COMENTÁRIO

Deixe uma resposta