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quarta-feira, abril 14, 2021

Deputados aliados perdem espaço no governo e já querem cabeça de Ribamar, que seria o motivo para crise institucional

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Depois de pagar um alto preço no desgaste político por entrar na base do governo Gladson Cameli, o deputado estadual Luiz Tchê do PDT analisa pular fora do barco. Assumiu num ambiente de conflitos e derrotas do governo na ALEAC. Chegou dando conta da missão na casa, sendo bastante elogiado pelo Palácio Rio Branco, mas o advento do ajuste na Reforma Administrativa escancarou de vez a máfia infiltrada na Casa Civil.

Sim, é verdade que quem manda no governo é o chefete oriundo do TCE, Ribamar Trindade, odiado por 18 entre os 18 deputados aliados. Tanto que Tchê, já faz semanas, não participou mais de uma articulação sequer, inclusive ficando de fora das reuniões de cúpula – inadmissível para alguém com a missão de defender  governador, governo e governabilidade.O acjornal questionou a maioria dos chamados aliados. Sem exceção, eles consideram necessário uma intervenção certeira na Casa Civil. 

Sem informações das ações do governo, sem ser alimentado pelos secretários de Gladson, sem uma Comunicação Social minimamente responsável, Tchê passa constrangimento nos debates ocorridos na tribuna da ALEAC. Para piorar, as nomeações indicadas pelo deputado estão sendo desfeitas sem justificativas alguma. “Estão metendo o pau em nós. As exonerações ( decretos) são colocadas na mesa do governador, que assina sem saber o que está assinando”, disse visivelmente chateado um parlamentar da base.

Se Luis Tchê deixar a liderança, o governo ficará em uma situação vexatória no parlamento. Quem seria o substituto? Para a pergunta nem mesmo o governador tem resposta. Já são dois líderes em apenas seis meses de gestão, sem qualquer indício de que o governo esteja no caminho certo. Vê-se uma inabilidade vergonhosa na articulação política.

Vamos ao nomes mais destacados de aliados do governo na ALEAC: Neném Almeida (SD), Pastor Fagner Felipe (PR), Wendy Lima (PSL), Chico Viga (PHS), ou José Bestene (PP), Cadmiel Bomfim (PSDB), Marcos Cavalcante (PTB).

Em qual desses você apostaria? Difícil acreditar que Bestene embarcaria nessa missão.

É difícil acreditar que algum desses demais seja capaz de juntar os cacos.

Se com um parlamentar experiente do nível de Tchê na liderança, a quebradeira está nesse nível, imaginem com outro menos preparado.

Líder fraco, governo fraco! Assim tem dito Luiz Tchê, que afirma não ter esperança desse governo melhorar o Acre, enquanto estiver com um monte de burocratas no comando das decisões.

Se o governador Gladson Cameli e o vice Major Rocha continuarem fazendo agendas fora do estado juntos, a bagunça continuará e ninguém sabe manda e quem obedece.




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