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sexta-feira, outubro 23, 2020

É falsa a notícia de que Samu negou socorro a “criança infartada”. Fake News é “tendenciosa e politiqueira”

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Maldosa, tendenciosa e politiqueira. Assim as autoridades em saúde estão tratando a notícia de que o Samu teria negligenciado atendimento a uma “criança infartada”. Em manchete escandalosa, a fake news usa como fonte o áudio de um suposto profissional em saúde, anônimo para os leitores, induzindo o internauta a acreditar nas seguintes mentiras: que uma médica teria chamado o Samu e, ao ouvir a negativa, teria pago do próprio bolso um Uber para transportar o paciente da Fundação Hospitalar até o Pronto-Socorro; que os pára médicos se negaram a prestar socorro por que estariam almoçando.

“O Samu não faz atendimento dentro de hospital. A médica, conhecendo a sua competência, não seria imprudente ao transportar um paciente instável dentro de um Uber. Um Serviço de Atendimento Médico e Urgência é ininterrupto, 24 horas funcionando, portanto não seria desumano ao ponto de deixar uma criança em estado grave esperando, seja por almoço, seja por outro motivo. O único intuito (da reportagem) é atacar o governo”, disse o coordenador do Samu, Pedro Pascoal. Ele acrescenta que a Fundhacre tem ambulância própria, com a estrutura necessária para socorrer pacientes.

A Direção do Samu informa que as chamadas, gravadas, estão à disposição das autoridades. “Não houve qualquer chamado no dia 13 (última quinta-feira), tampouco antes ou depois disso, referente a esse fato. É uma grande mentira”, concluiu Pascoal.

O paciente foi encaminhado para internação devido a uma endocardite (infecção no revestimento interno do coração), mas ele não estava grave e não houve necessidade de desfibrilação, pelo Samu ou pela Fundhacre, como diz a reportagem. A informação foi dada pelo marido da doutora Melissa Chaves Vieira, que atendeu a criança (ouça abaixo).

A barrigada do site “Diário do Acre” ganhou proporções ainda maiores quando o coordenador do Samu buscou direito de resposta. O jornalista autor da reportagem atacou o governo e admitiu que não procurou ouvir o outro lado da história. Num trecho do áudio abaixo o repórter, aparentemente irritado, e, desnecessariamente, sem ter sido desrespeitado,diz: “não tenho medo de você”.

 

 

 

 




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