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sexta-feira, outubro 23, 2020

Cosmo, o carrasco de Orleir; Kátia, a queridinha do PT; Maia, a grata surpresa: quem será o novo chefe do MP-Acre?

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Kátia Rejane, atual procuradora-geral, Cosmo Lima de Souza e Carlos Maia são os três nomes que o governador Gladson Cameli tem para escolher para chefe do Ministério Público do Acre para o biênio 2020-2022. Eles compõe a lista tríplice definida nesta segunda feira (18) após eleição interna entre os membros do MPAC.

Kátia, a mais votada, está no cargo por indicação direta do ex governador petista Tiao Viana. Aliás, fontes de dentro do partido dos trabalhadores garantem ao acjornal que houve comemoração entre os caciques do PT após as eleições. E estariam empenhados em dar visibilidade ao nome de Kátia Rejane, na esperança de que Cameli seja convencido a reconduzí-la.

O segundo nome na lista tríplice do ministério público estadual é o promotor autor de uma série de denúncias contra o tio do atual governador acreano, na época governador do Estado, Orlei Cameli. Foi cosmo Lima (na gestão do procurador chefe Edmar Monteiro, irmão do ex-assessor especial do governo petista, Antônio Monteiro) o autor de denúncias que viraram inquéritos com representação na justiça sobre as tais verbas secretas daquela gestão. A denúncia dores de cabeça ao falecido gestor público. Orleir foi declarado inocente das acusações.

A terceira opção do governador Gladson Cameli é o promotor Carlos Maia, uma surpresa na lista tríplice do ministério público, por se tratar de um postulante ao cargo pouco conhecido nos bastidores da política, sem relações públicas com grupos partidários, mas muito respeitado dentro da instituição. Maia atuou com extrema eficiência na defesa dos direitos da criança e do adolescente e é filho do procurador aposentado Nilo Figueiredo Maia. Ele trabalhou na bem sucedida Operação Delivery, que desmantelou uma grande rede de exploração sexual existente no Acre.

Nota do MP

A Dra. Kátia não foi indicação do ex-governador, ela foi indicada como unica candidata ao cargo no pleito passado da instituição. Sendo assim, ele nunca esteve diante de uma indicativa. A indicação foi dos membros da instituição




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