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segunda-feira, outubro 19, 2020

Em 5 anos, chefe do MP-Acre custou quase R$ 5 milhões em salários; Procuradora tem marido e filhos no governo

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O procurador de Justiça custou perto de R$ 5 milhões aos cofres públicos somente em salários e vantagens eventuais. O levantamento, obtido pelo acjornal (veja abaixo), refere-se ao período de cinco anos e quatro meses, a partir do dia 10 de janeiro de 2014, quando ele foi empossado chefe do MP-AC.

O governador do Estado do Acre à época, Tião Viana, o nomeou no dia 5 de dezembro. Mas Oswaldo não foi o mais votado da lista tríplice. Ele ficou em terceiro lugar na eleição realizada no dia 22 de novembro.

Oswaldo foi empossado membro do conselho nacional dos ministérios públicos. É o principal cabo eleitoral da procuradora chefe atual, Kátia Rejane, num intenso lobby para convencer o governador a reconduzí-la ao cargo.

Confira aqui os salários e vantagens eventuais do ex-procurador

A independência do MP sempre foi questionada. E, por razões muito óbvias. Uma delas é a necessidade de seus membros serem parciais quando, em jogo, estão os interesses estatais. Ainda mais pelo fato de alguns de seus membros conseguirem emplacar familiares na folha de pagamento do Poder Executivo. Rita de Cássia, uma das decanas do MP-AC, que o diga. Seu marido, Raimundo Pinheiro Lima, virou chefe de departamento no Acre Previdência, com salário mensal de R$ 10,5 mil. A filha da procuradora, Marcela Nogueira Lima, é procuradora jurídica da Funtac, com remuneração mensal bruta de R$ 9,2 mil. O filho, Matheus Nogueira Lima é comissionado referência CEC 7, com salário de R$7.1 mil.

 




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