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sábado, outubro 24, 2020

Assassinato do presidente do PSOL: com 4 na cena do crime, autor alega legítima defesa e será transferido ao presídio nesta 2ª

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O mecânico Francisco da Silva Barroso, autor do tiro de espingarda que matou o presidente do PSOL em Xapuri, Josemar da Silva Cunha, na noite de sexta-feira, alega legítima defesa. Barroso foi ouvido após ser preso neste sábado. “Ele (Josemar) veio para me matar”, disse o mecânico ao delegado Sérgio Lopes. A polícia descarta motivação política e acentua que o crime foi por disputa de terras.

Havia quatro pessoas na cena do crime, informa o delegado. Barroso deu uma informação comprometedora ao afirmar que Josemar e um companheiro dele estavam armados, cada um, com espingarda e terçado.  Uma testemunha que estava na companhia do autor dos disparos afirmou na delegacia que Josemar portava apenas uma espingarda.

“O suspeito está preso na delegacia e nós já pedimos ao juiz da cidade que seja decretada a sua prisão preventiva. O Judiciário deve se manifestar a qualquer momento”, relata o delegado.

A pessoa que estava na companhia da vítima deve ser ouvida nesta segunda-feira.

O encontro entre eles havia sido acertado anteriormente. O objetivo era conversar sobre os limites de uma terra que estava em negociação que ficou mais clara após uma audiência recente, com um acordo homologado judicialmente, em que a vítima pagaria R$ 3 mil além do valor combinado para ter direito a uma área maior.

Pelo acordo, o Sindicato Rural de Xapuri deveria fazer a medição, de forma isenta. Na segunda-feira, quatro dias antes do crime, o sindicato não compareceu, como estava previsto. A vítima, então, decidiu procurar Barroso para conversar. Josemar levava um GPS no momento em que foi morto.

O autor alega que a vítima se antecipou às medições e começou a fazer a capina numa estrada de seringa – sugerindo que Josemar tenha se apossado indevidamente das terras.




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