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segunda-feira, outubro 19, 2020

Editorial: os hipócritas e as massas de manobra

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Algumas figuras que criticam o policiamento às portas da Aleac o fazem por ter seus interesses PESSOAIS ameaçados, ainda que indiretamente.

São os mesmo que apoiaram a medida (leia-se aparato militar) quando o governo era outro e, ainda que indiretamente, se sustentava num carguinho, seu ou de seus familiares. Então, vamos combinar o seguinte: parem de bancar os moralistas. O advento da rede social só revelou o quanto são hipócritas e desprezíveis determinados seres humanos.

Hoje, sindicalistas comissionados oportunistas, em especial os da Saúde, não foram para o meio da confusão, preferindo deixar o trabalhador, que eles dizem defender, à mercê de uma cacetada, um traumatismo craniano, um balaço de borracha nos peitos, uma asfixia por gás de pimenta.

Esses mesmos sindicalistas, exceto muito poucos, estavam almoçando em restaurante chique, ambiente climatizado, se lixando para a causa, afinal o que interessa para eles já está garantido: o excelente salário pago pelo patrão que eles não têm coragem de confrontar. São quatro anos pendurados numa teta inesgotável.

Eu digo “exceto alguns” por que, aqui, faço ressalva,por exemplo, à professora Rosana, presidente do Sinteac, a mesma que enfrentou Jorge, Tião, Binho e, agora, o próprio Gladson. E olha que ela subiu no palanque da coalizão vitoriosa.
Pois bem! o trabalhador que protagonizou aquela cena deprimente, marchando de braços dados, numa corrente “inquebrantável”, é um quase sempre um trabalhador sem causa, movido pelo momento político, um torcedor de todos os lados, dependendo do lado em que ele esteja. Não que a causa não seja justa. Porque as reivindicações precisam ser respeitadas. Mas o que pergunto é: onde estavam quando, na maior greve da Educação, no governo petista, eram chamados a protestar contra o corte de seus próprios salários, contra o assédio moral e contra perseguições nas escolas?
Ora, eles hoje só vão pra rua por que a gestão que completa 11 meses não age como o anterior. Ou seja, não demite, não ameaça, não transfere trabalhador pra Foz do Breu, para o raio que o parta, por contrariar interesses palacianos. Observem que o direito de expressar-se é respeitado. Outra coisa é prevenir invasões, a baderna, o quebra-quebra, os insultos, a agressão, como houve na Sesacre há alguns meses.
Veja que tudo tem motivação política. Pergunte a um servidor, ainda que seja o mais letrado, se ele leu o texto da reforma. Ele não sabe o que está se passando. É um tolo, manipulado.
Não devemos atacar movimentos que são pacíficos, respeitosos e amparados na lei. Mas não devemos apoiar a patifaria. A imagem de políticos em meio ao povo, canalhas ensaiando discurso de apoio ao trabalhador, não passa de enganação. Houve algum trabalhador que chamasse a atenção de um Edvaldo Magalhães, Jenilson Leite ou Daniel Zen da vida?
– Ei, saia daqui, seu apoio somente agora não nos interessa. Você era patrão até um ano atrás e nunca veio pra rua ajudar a gente.
Assim devia agir o trabalhador consciente. Mas….servidor público não nada em dinheiro, pelo contrário, batalha todos os dias pela sobrevivência .
Sabe,
Dá retorno admirar apenas mentes brilhantes. As demais a gente respeita, tudo pelo social.




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