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segunda-feira, outubro 19, 2020

Agronegócio é plausível, mas o planeta não depende da Amazônia para o equilíbrio climático, diz cientista no Acre

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“As árvores não produzem água, muito pelo contrário, elas absorvem orvalhos, que são pequenas gotículas de água existente na atmosfera”. A declaração soou como desprezo à tese de que é importante a floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta.

Assim o cientista, pesquisador e climatologista e PHD em Meteorologia, Luiz Carlos Molion, iniciou sua palestra na Assembleia Legislativa, nesta quinta- feira (28), durante a sessão temática “Amazônia, clima global e Desenvolvimento”.

Falando para os deputados acreanos, empresários, secretários de Estado, autoridades acadêmicas e ambientalistas, Luís Carlos Molion defendeu sua própria tese de que a Amazônia não é a grande “máquina de fazer chover” como afirmam muitos cientistas e meteorologistas.

“Quem produz chuva são os oceanos através da evaporação de suas águas. E não a floresta como muitos ecologistas publicam”, disse o cientista.

Ele continuou sua palestra explicando que as nuvens são empurradas pelo vento para a crosta terrestre. Quando essas nuvens se chocam com paredões de montanhas elas ficam retidas e acabam caindo em forma de chuva.

Segundo Luiz Carlos Molion, foi justamente essa densidade de água caindo em volta das cordilheiras dos Andes, a cerca de 700 milhões de anos, em decorrência do choque de duas placas tectônicas, que fez nascer em uma área de deserto a floresta amazônica que o mundo conhece hoje.

“A água que a floresta recebe devolve aos mesmos oceanos através da desembocadura de seus rios nos mares”, sustenta o cientista.

Com essas explicações científicas, Luís Carlos Molion defende a utilização da região amazônica para uso do agronegócio sem risco ao meio ambiente.

Luiz Carlos é o convidado do governo acreano e do senador Marcio Bitar(MDB) para uma série de palestras no Acre este final de semana, voltadas para diversos setores Sociais.

A intenção do governo acreano é usar a tese dele para desmistificar a ideia ambientalista de que o incentivo ao agronegócio seria prejudicial ao meio ambiente regional e danoso ao clima mundial.




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