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quinta-feira, fevereiro 25, 2021

Cheia no Acre: governo e prefeitura definem logística à espera de desabrigados, com alimentação e remédios e cem abrigos no Parque de Exposições

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Cem abrigos foram construídos no Parque de Exposições, em Rio Branco, pela Prefeitura da capital, à espera de possíveis desabrigados. O nível do Rio Acre estava a 36 centímetros da cota de transbordamento na capital, de acordo com a medição realizada às 6 horas desta terça-feira. Em Rio Branco, foram atingidos os bairros da Basa, Ayrton Sena e Cadeia Velha. Estado e município segue a parceria com a finalidade de garantir as condições mínimas aos desabrigados.

“Estamos preparando o Parque de Exposições para a recepção das famílias desabrigadas, caso o rio ultrapasse a cota de transbordamento”, informou a assessoria da prefeita Socorro Neri.

No ano passado, com esta marca, cerca de 400 pessoas já estavam desabrigadas. O major Falcão, Relações Públicas do Corpo de Bombeiros,  entende que a remoção de famílias das áreas de risco amenizou o problema da cheia no estado. Mas alerta: “estamos em estado de atenção e a elevação das águas, mesmo que discreta, a partir de agora, deve trazer momentos críticos, como vimos no passado”. O militar informa que toda a logística de apoio a possíveis desabrigados está pronta, incluindo o fornecimento de alimentos, medicação e transportes.

A previsão é de muita chuva nos próximos dias nas quadro bacias hidrográficas do estado.

A situação é mais complicada em Brasiléia, onde algumas ruas já estão encobertas pelas águas e várias residências atingidas (veja o vídeo). Na Bacia do Purus, Sena Madureira é o município onde o nível do rio está mais elevado.  Em Tarauacá, houve discreta vazante, mas a cota de alerta permanece superada, com mil famílias atingidas.

O Rio Juruá transbordou às 19 horas desta segunda-feira e já há mais de 2 mil imóveis com água nos quintais ou sob as casas.

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