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quinta-feira, fevereiro 25, 2021

Iapen destitui grupamento de escolta que rejeitou redução de folgas dos plantões

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As negociações sobre o aperto na escala de plantão da Polícia Penal (antigo IAPEN) acabou mal para o elitizado grupamento de escoltas.

Todos os 36 membros foram destituídos e encaminhados para tirarem plantão normal nas unidades prisionais.

O comunicado sobre a extinção do grupamento foi feito no final do expediente da última sexta- feira, através de nota assinada pelo presidente do Instituto de administração penitenciária do Acre, Lucas Gomes Bolzoni.

Os integrantes do grupamento acreditam que a decisão da diretoria do INPEN foi uma represália pelo fato do grupamento de escoltas não ter aceitado a imposição de trabalhar jornadas de 22 por 48 horas.

“Temos certeza que isso foi por causa da nossa rejeição à nova carga horária que os diretores querem implantar nas unidades prisionais para suprir a lacuna deixada pela polícia militar”, disse um policial penal que preferiu não ser identificado.

Na mesma nota, o diretor do IAPEN informa que a partir da próxima segunda- feira as escoltas serão realizadas pelas guarnições comuns das unidades prisionais.

Em entrevista recente, Lucas Gomes disse que está buscando todos os recursos humanos da instituição para preencher as escalas de plantões que aumentaram com a saída da PM dos presídios.

Após a criação da Polícia Penal, ficou determinado, por lei, que todo os trabalhos nas unidades prisionais seriam exercidos exclusivamente pela nova categoria

Isso explica o fato de a Polícia Militar estar deixando a guarnição externa das muralhas dos presídios em todo o país.




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