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quinta-feira, fevereiro 25, 2021

Justiça não autorizou evangélicos que passaram 72 horas no Chapão do FOC. O que aconteceu ali antes de 30 fugirem em menos de 1 semana?

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A assessoria da Presidência do Tribunal de Justiça disse ao acjornal, na manhã desta segunda-feira, desconhecer qualquer ordem para a permanência de um grupo evangélico dentro do Pavilhão L, o “chapão”.

Ao menos três dos 26 sentenciados que fugiram nesta segunda-feira aparecem em cerimônia religiosa assumindo que abandonaram facções e estariam aceitando Jesus, no início de janeiro. Na semana passada, outros quatro deixaram suas cela, passaram pelo pátio externo e escalaram o muro de cinco metros, sem serem vistos.

O pastor Arnaldo Barros, da Igreja Geração Eleita, lidera um projeto com cunho social para resgatar almas. Ele disse ter passado 72 horas dentro do pavilhão após reunir integrantes de todas as facções, num procedimento incorreto, que infringe as normas de segurança interna de presídios que guardam sentenciados de alta periculosidade.

o evangélico foi ovacionado ao término do evento ( veja AQUI )

O acjornal levanta as seguintes questões:

Quais argumentos convenceram a administração do presídio a autorizar o evento?

Os agentes penitenciários ficaram exclusivamente à disposição dos evangélicos durante as pregações?

O regramento interno do presídio diz que nenhum visitante pode permanecer ali dentro sem escolta.

Um especialista em Segurança Pública ouvido pela reportagem diz que “ao juntar todos os faccionados os padrões de segurança foram quebrados. E mais: os detentos tiveram tempo para planejar fugas, traçando um plano de empoderamento frente à guarnição, que é insuficiente”.

Arnaldo Barros disse ter sido acomodado na escola do presídio.

A reportagem não conseguiu contato com o pastor.

 




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