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quinta-feira, março 4, 2021

Veja como foi o funeral e sepultamento do grupamento de escolta destituído pela presidência do IAPEN

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Domingo(19) foi o último plantão do grupamento de escolta da Polícia Penal (antigo IAPEN). Ao término do expediente os membros da guarnição realizaram uma cerimônia de enterro em uma cova aberta em frente ao alojamento do grupamento.

Um vídeo gravado pelos próprios policiais penais mostra o “cortejo” saindo do prédio do grupamento e seguindo até os jardins para o sepultamento.

O caixão de papelão é acompanhado pela bandeira do grupo de escolta e enterrado ao som de uma marcha fúnebre.

O grito de guerra do grupamento de escolta dá o último adeus, simbólico, ao grupamento considerado um dos mais bem treinados do antigo Iapen, hoje polícia penal.

O grupamento de escolta era o grupo de elite da Polícia Penal preparado para sair às ruas em situação de necessidade para condução de presos ao médico, audiências agendadas e visita à familiares em caso de morte de parentes do preso.

Para ser selecionado a fazer parte do grupamento de escolta o candidato precisava passar por um teste de aptidão física, ter curso de manuseio de armamento pesado, formação em relações humanas, treinamento para condução de prisioneiro e estar preparado para gerir crises em local público.

O grupamento foi destituído, de maneira inesperada, através de uma portaria assinada pelo diretor presidente do Instituto de administração penitenciária do Acre, Lucas Gomes Bolzoni.

No documento, enviado às unidades prisionais do Acre, no finalzinho do expediente da última sexta-feira, ele argumenta que por questão de necessidade de contingente vai utilizar os 36 membros do grupo de escolta nos plantões normais do presídios.

Mas, um membro representante do grupo de escolta, concedeu entrevista ao Acjornal, sábado passado, para alegar que o fim do grupamento foi uma retaliação da presidência do IAPEN por eles não terem aceitado o aumento na jornada de trabalho na escala de plantão.

O policial penal, que não quis ser identificado, disse ainda que com essa atitude a direção do IAPEN pode estar instalando uma crise sem precedentes nas relações trabalhistas entre a categoria e o governo.

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