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segunda-feira, setembro 28, 2020

Solidariedade: agricultores à cavalo ajudam Bombeiros a localizar destroços de avião que teria caído no Espinhara

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Os produtores rurais do ramal Espinhara estão, desde o meio dia desta quinta feira (20) divididos em grupos percorrendo os 45 quilômetros do ramal em busca de informação que confirmem – ou não – a queda de um avião de pequeno porte na região. Um pedido de socorro mobilizou Samu e equipes de resgates do Corpo de Bombeiros do Acre por volta de 11 horas.

Um grupo de seis homens em três motocicletas também se deslocou até o final do ramal a procura de notícias sobre o acidente e voltou sem confirmação do fato.

Outros quatro partiram a cavalos do quilômetro vinte com o objetivo de percorrerem todas as estradas paralelas da região, também em busca de confirmação do possível acidente, e ainda não haviam retornado até a publicação de matéria.

Um terceiro grupo, formado por mulheres e adolescentes, se desloca à pé, em todas as casas mais distantes das margens do ramal para apurar a informação.

O Acjornal conseguiu falar com quatro moradores de localidades diferentes, ao longo do ramal do Espinhara e todos declararam que ficaram sabendo do possível acidente através de notícias divulgadas por uma emissora de rádio da capital acreana.

A equipe do corpo de bombeiros que se deslocou de Rio Branco para averiguar o fato está sem manter contato com o quartel desde que saiu de Rio Branco.

A informação do possível acidente chegou ao CIOSPE,(centro de Informações e operações policiais) através do telefonema de um homem, que se identificou como Pedro morador do Ramal Espinhara, e avisou do acidente.

Imediatamente o Corpo de Bombeiros deslocou duas equipes para o local. Mas até as 15h30 Elas ainda não tinham retornado e se encontravam incomunicáveis.

Nesse mesmo horário, o acjornal conseguiu falar, através de telefone rural, com Jhon Lenno Cavalcante, morador do quilômetro 19 do referido ramal e ele informou que naquele momento a única estrada vicinal que ainda faltava ser percorrida pelas equipes de moradores que auxiliam nas buscas, era o Varadouro Santa Rita, um local de mata densa com uma estrada de difícil acesso por debaixo da Floresta.

O major Falcão, da assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros, disse há pouco que a demora das equipes em fazer contato sugere que os militares estejam dentro da mata. É possível que peçam ajuda.

Também não se descartam a possibilidade de trote




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