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quinta-feira, outubro 22, 2020

Gladson garante unificação dos serviços de inteligência da PM, PF, Iapen e PRF para prender chefões do tráfico no Acre

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Já está em operação , dentro da sede da Policial Federal, em Rio Branco, a força tarefa-Acre, criada pelo governo do Estado e o Governo Federal, nesta quarta-feira (19), para identificar os “cabeças” das facções criminosas no Acre.

O grupo, formado por profissionais da área de inteligencia das Polícias Federal, Militar, Civil, IAPEN e Polícia Rodoviária Federal vai usar equipamentos modernos de investigação da Polícia Federal para identificar os criminosos.

“Toda nossa estrutura de tecnologia de investigação será empregada no trabalho de combate ao crime organizado no Estado”, disse a superintendente da Polícia Federal no Acre, Diana Calazans Mann.

O governador Gladson Cameli fez questão de estar presente no ato de assinatura do termo de cooperação que unifica os serviços de inteligência das polícias estaduais e federais no combate aos líderes da criminalidade no Acre.

“Essa parceria é fruto das inúmeras viagens que fui à Brasília conversar com o presidente Bolsonaro e o Ministro Moro sobre a necessidade de unirmos força no enfrentamento às organizações criminosas em nosso Estado”, diisse Gladson Cameli.

Além de trabalharem juntas, no mesmo ambiente e na mesma linha de investigação, as instituições que participam da Força Tarefa-Acre vão estar desenvolvendo operações policiais, simultaneamente, em suas áreas de atuação para fecharem o cerco aos bandidos.

A polícia Rodoviária Federal, por exemplo vai dobrar sua presença nas BRs 364 e 317, para inibir o tráfico de drogas e de armas da Bolívia e do Peru, e ao mesmo tempo, impedir a saída de carros roubados no Acre para os países vizinhos.

O IAPEM, além de fornecer informações sobre suspeitos já presos, mas que possam estar, aínda, operando no crime organizado aqui fora, vai apertar o cerco dentro dos presídios para quebrar o poderio de comando dos líderes das facções que já estão na cadeia.

Já a policia civil, além de investigar, vai agilizar os inquéritos para que a justiça possa decretar as prisões, imediata dos nomes identificados pela Força Tarefa-Acre.

Por sua vez, a polícia militar vai intensificar o policiamento de rua e montar operações especiais para dá eficacia ao trabalho de investigação da Força tarefa.

A previsão é que nos próximos meses já comece acontecer prisões de gente, hoje acima de qualquer suspeita, mas que na verdade são comandantes do crime organizado no Acre.

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