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segunda-feira, outubro 26, 2020

Procura por adoção de cães e gatos cresce na pandemia; cuidadores fazem alerta

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Com as medidas de distanciamento social adotadas em alguns estados durante a pandemia de coronavírus, ONGs e protetores dos animais afirmam que a procura por adoção de cães e gatos teve um aumento de até 50% no período de quarentena. Muitos dos que cuidam de animais em abrigos temporários enxergam um cenário positivo, mas também há quem faça ressalvas sobre o aumento repentino e liste pontos a considerar antes de se decidir por adotar um companheiro.

Protetores de animais alertam que:

  • tempo livre dos novos donos em casa ajuda na adaptação dos animais
  • enfrentamento da pandemia é bom momento para praticar a solidariedade e novos afetos
  • mas a ‘solidão da quarentena‘ não deve ser único motivo para adoção
  • rotina da família pós-quarentena precisa ser considerada, para evitar abandonos

Luana Rizzo, de 45 anos, atua em uma organização não governamental que cuida de de cerca de 70 animais, incluindo cães e gatos. Ela está otimista com o aumento da procura. “Como as pessoas estão em casa, cresceu um espírito de solidariedade. Elas estão mais sensíveis e em busca de um animal para fazer companhia”, avalia.

O Instituto Santo Pet está fechado para visitações no momento. Apesar disso, muitas pessoas já foram aprovadas para realizar o procedimento, e só falta a oportunidade de ir até o local conhecer o animal. Ela ressalta que o primeiro contato é crucial para completar ou não a doação.

Com as medidas de distanciamento social adotadas em alguns estados durante a pandemia de coronavírus, ONGs e protetores dos animais afirmam que a procura por adoção de cães e gatos teve um aumento de até 50% no período de quarentena. Muitos dos que cuidam de animais em abrigos temporários enxergam um cenário positivo, mas também há quem faça ressalvas sobre o aumento repentino e liste pontos a considerar antes de se decidir por adotar um companheiro.

Protetores de animais alertam que:

  • tempo livre dos novos donos em casa ajuda na adaptação dos animais
  • enfrentamento da pandemia é bom momento para praticar a solidariedade e novos afetos
  • mas a ‘solidão da quarentena‘ não deve ser único motivo para adoção
  • rotina da família pós-quarentena precisa ser considerada, para evitar abandonos

Luana Rizzo, de 45 anos, atua em uma organização não governamental que cuida de de cerca de 70 animais, incluindo cães e gatos. Ela está otimista com o aumento da procura. “Como as pessoas estão em casa, cresceu um espírito de solidariedade. Elas estão mais sensíveis e em busca de um animal para fazer companhia”, avalia.

O Instituto Santo Pet está fechado para visitações no momento. Apesar disso, muitas pessoas já foram aprovadas para realizar o procedimento, e só falta a oportunidade de ir até o local conhecer o animal. Ela ressalta que o primeiro contato é crucial para completar ou não a doação.

“Existe o contato que é muito importante. Quando o animal olha para o seu futuro dono a gente consegue sentir se ele irá ser feliz ou não. Essa conexão é a ligação mais forte para definir a adoção. A pessoa pode ser aprovada em todos os processos, mas se não tiver esse contato, nós não aprovamos”.

“Nós somos extremamente criteriosos, estamos aproveitando esse momento mas com atenção. Antes de realizar qualquer adoção a gente faz uma entrevista bem séria com o interessado para confirmar se ele tem condições de cuidar do animal”, afirma Luana.

“Existe o contato que é muito importante. Quando o animal olha para o seu futuro dono a gente consegue sentir se ele irá ser feliz ou não. Essa conexão é a ligação mais forte para definir a adoção. A pessoa pode ser aprovada em todos os processos, mas se não tiver esse contato, nós não aprovamos”.

“Nós somos extremamente criteriosos, estamos aproveitando esse momento mas com atenção. Antes de realizar qualquer adoção a gente faz uma entrevista bem séria com o interessado para confirmar se ele tem condições de cuidar do animal”, afirma Luana.




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