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quarta-feira, outubro 21, 2020

Exclusivo: servidora da Fundhacre assassinada pelo marido suicida abriu mão de medida protetiva

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No dia 27 de julho do ano passado, a servidora da Fundação Hospitalar Sara Lima abriu mão da medida protetiva após denunciar o marido, Jorge Alberto Franco. Marido e mulher compareceram na audiência em que a juíza Shirley de Oliveira Hago Menezes também estava presente.

Jorge Matou Sara com três tiros, na manhã desta segunda-feira, no estacionamento da Fundhacre, onde ambos trabalhavam, e em seguida cometeu suicídio. O noticiário local foi induzido ao erro por testemunhas ao publicar que a mulher estava amparada por medida protetiva. Ou seja, não é verdade que Jorge estava proibido de se aproximar da companheira.

O acjornal teve acesso, com exclusividade, ao termo de audiência de oitiva em que Sara abre mão da medida protetiva (veja acima).

Em carta deixada antes de cometer suicídio, Jorge alega que Sara mentiu em juízo. Ele culpa a ex-companheira pelo conflito conjugal que acabou em tragédia (veja AQUI)

Diz o despacho da juíza: “tendo em vista a ausência de interesse da promovente (Sara Lima), nas medidas protetivas, revogo as medidas protetivas e julgo extintas estes autos……”.




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