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segunda-feira, outubro 26, 2020

Por falta de tornozeleiras, Iapen não sabe onde andam homicidas, assaltantes e estupradores em “liberdade condicional”

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Vinte e um presidiários, entre eles assaltantes, homicidas e estupradores, foram colocados em liberdade condicional, nesta quinta-feira (23/04), sem o devido uso legal da tornozeleira eletrônica no Acre. O equipamento está em falta.

Para ter direito a cumprir o restante da pena fora dos presídios eles deveriam ficar sob monitoramento eletrônico do Instituto de administração Penitenciária, conforme determina a lei. O Estado não tem a menor noção de onde eles andam, o que estão fazendo e a que horas estão se recolhendo a seus domicílios.

O promotor Talles Tranin, da Vara de Execuções Penais, disse ao Acjornal que está solicitando uma investigação sobre a falta de tornozeleiras. Ele aguarda respostas do Iapen.

“Eu recebi um ofício eletrônico dando conta de que por questões de logística em decorrência da pandemia de Coronavírus, a empresa que tem contrato de fornecimento com o estado estaria suspendendo a entrega de novas tornozeleiras. Mas esta informação é insuficiente. Quero saber qual é esse problema de logística, se é que de fato ele realmente existe”, disse o promotor.

O Acjornal jornal apurou que a única informação atualizada que o Iapen tem desses detentos são os endereços (não confirmados in loco) citados por eles mesmo na hora da liberação (antes de deixar o presídio).

A reportagem tentou ouvir a justificativa da vara de execuções Penais sobre a ordem de soltura de presos sem o devido uso de tornozeleira de monitoramento eletrônico, mas até a publicação da matéria não recebeu da assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Acre uma resposta sobre o assunto.

Calcula se que o número de presos que recebeu o beneficio da liberdade condicional nesse último mês seja bem maior, chegando a mais de duzentos em todo o estado.




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