Ao chamar quem cumpre o isolamento social de ‘Covardes’, presidente do Depasa  encarna seu padrinho político, Márcio Bittar

Uma postagem compartilhada pelo diretor presidente do DEPASA gerou um grande constrangimento ao governador Gladson Cameli, que deve estar amolando a guilhotina do seu subordinado.
“Se vc defende o isolamento, não vá para o mercado comprar comida. A comida só está lá porque alguém não foi covarde feito você”, diz a mensagem. Centenas de críticas à postura do gestor viralizam nas redes sociais, inclusive por colegas do governo.

Tião Fonseca – de médico ele não tem nada – reproduz o pensamento desalinhado com o governador Gladson Cameli, que vem se desdobrando para manter as regras estabelecidas em decreto e tentar diminuir o máximo de danos do COVID-19 no Acre.

Seu padrinho político, Márcio Bittar (MDB), responsável pela indicação no DEPASA, faz críticas diárias sobre as regras de isolamento social, assumindo intimidade escomunal com o que pensa Bolsonaro, que,  pelo visto, contaminou os miolos de seu afilhado.

Bittar desapareceu do Acre faz 90 dias, vive apenas de dar opiniões contra o isolamento social, do alto do seu conforto bancado pelo povo do Acre.
Nesses dois meses, o senador acreano não tem sido visto em nenhuma ação que possa ajudar o governador Gladson Cameli. Seu tempo é todo dedicado a paparicar o que Bolsonaro fala.

O Diretor do Depasa deveria cuidar de sua tarefa, afinal da saúde já tem o Alysson Bestene, que se esforça dia e noite para dar respostas a sociedade. Talvez por se preocupar tanto com a ciência, coisa fora de sua raia, Tião Fonseca esquece de cuidar da sua obrigação de não deixar faltar água em Rio Branco.