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domingo, janeiro 24, 2021

Por falta de UTI, o Acre já escolhe quem vai morrer, alerta deputado

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“Não é exagero afirmar que a fila da morte ficou institucionalizada em Rio Branco e no Juruá a partir desta terça-feira. Para aqueles que ainda não acreditam, digo que morreu ontem um deputado estadual do Rio de janeiro muito próximo do Bolsonaro. Não podemos assistir essas notícias sem fazer nada”, disse o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) em sessão remota desta quarta-feira.

“Alcançamos uma marca preocupante na pandemia ontem. Não tem mais leito de UTI no Juruá e em Rio Branco. Casos novos se multiplicam em Marechal Thaumaturgo e Tarauacá, onde os pacientes são levados para Cruzeiro do Sul. O sistema de saúde está estrangulado”, afirmou. O deputado e médico Jenilson Leite disse que “isso representa risco de morte a qualquer momento para quem está infectado em situação grave”.

Magalhães sugeriu que o presidente Nicolau Júnior convoque reunião Online com médicos e autoridades do Juruá. políticos da região pedem esse momento também.

Em vídeo, os diretores do Hospital Regional do Juruá confirmaram que não há mais vagas de leitos em UTI.

“Não é exagero ou alarmismo. Quanto uma UTI fica lotada, o profissional de saúde tem que escolher quem vai morrer primeiro”, disse o parlamentar.

O presidente da Aleac se manifestará sobre a sugestão.




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