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domingo, janeiro 24, 2021

O coronel e a ingratidão: Ulisses ataca Moro, que lhe deu emprego e lhe indicou para o Comando da PM no Acre

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Em entrevista exclusiva ao acjornal, no dia 18 de agosto de 2019 (veja AQUI), o coronel Ulisses Araújo confirmava o convite feito pelo então ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) para compor a equipe ministerial, em Brasília. O militar acreano embarcou para o Distrito Federal, para o assessoramento direto do general Guilherme Teófilo, secretário nacional de Segurança Pública. Ajudou a montar o Plano Nacional de Segurança e, pouco tempo depois, retornaria ao Acre para ser nomeado comandante geral da PM, uma vez que, obviamente, não teria chances de se eleger prefeito da capital.

Ulisses foi referendado ao cargo pelo então ministro e com total liberdade dada a ele pelo governador Gladson Cameli.Assumiu como “o cara” do Gerenciamento Integrado de Segurança de Fronteira (Gefron) e com a promessa de devolver a paz nas ruas do Acre.

Agora, há meses no cargo e sem muito a comemorar, Ulisses ataca o ex-ministro, chamando-o de “palhaço”. A reação inesperada do oficial acreano contra o “amigo e tutor” foi neste domingo, após Sérgio Moro reafirmar, no Programa Fantástico, da Rede Globo, que o presidente Jair Bolsonaro não cumpriu a promessa de criar condições para o combate à corrupção no país.

Ulisses escreveu: “Hoje o bobo da corte Sérgio Moro estará exclusivamente no Fantástico. É uma pena que alguém que disse ter uma biografia a ser preservada tenha acabado como o palhaço da Globo”.

Nota

A Segurança Pública no Acre argumentou que Ulisses deveria ser comandante por se tratar do oficial mais antigo em atividade. Mas esse critério nunca foi aventado antes.

Tanto que o coronel Bino, substituído, deixou o cargo evitando confronto direto, embora, em nota escrita de próprio punho, tenha afirmado que não briga com política.

 




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