Aliados infiéis teimam em priorizar a disputa de 2022

Enquanto o governador Gladson Cameli se alinha com a prefeita Socorro Neri nas ações de combate ao COVID-19, os que deveriam ser chamados de aliados articulam a disputa pela prefeitura da Capital Rio Branco.
Partidos como PSD de Petecão, MDB de Flaviano Melo e PSDB de Major Rocha, tentam influenciar o Progressistas a embarcar na rodada. Gladson deixou bem claro que na hora certa debaterá sobre sucessão, inclusive inclinou para uma possível união entorno da reeleição da prefeita Socorro Neri, o que deixou muita gente enciumado no Palácio Rio Branco.
Em ação conjunta o governador Gladson Cameli e a prefeita Socorro Neri prorrogaram os decretos definindo as regras de isolamento social, que se estendem até o dia 15 de junho. Até lá o governo espera estar com os dois hospitais de campanha; um em Cruzeiro do Sul e o outro em Rio Branco em pleno funcionamento e assim dar início a reabertura gradual das atividades não essenciais no Acre.
É um grande equívoco alguns aliados achar que o governador cairá na chantagem política, alias, Bocalon pode estar sendo usado pelos interesses individuais de alguns dirigentes partidários. Os dirigentes que acham que levarão o governador a vir apoiar uma composição pelo beiço, devem rever suas estratégias, pois nenhum candidato com pretensões de vitória, deveria menosprezar a liderança do chefe do executivo.
A sociedade não tem visto com muita simpatia a postura de políticos locais, que poderiam usar sua força e influência neste difícil momento, para ajudar na busca por alternativas, soluções que possam diminuir os impactos do COVID-19, ao invés de priorizar uma campanha antecipada que sequer tem a data confirmada.

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