Corrupção na saúde: PF pediu prisão e afastamento de prefeitos do Acre

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou prender prefeitos do Acre.  O pedido de prisão e afastamento foi feito pela Polícia Federal na operação que fez buscas e apreensões em onze cidades do estado na manhã desta quarta-feira. Os chefes do executivo, que detêm prerrogativa de foro em decorrência do cargo que ocupam, não estão livres da cadeia.

A delegada superintendente no Acre, Diana Calazans, em coletiva OnLine à imprensa, pela manhã, disse que um novo pedido pode ser apresentado ao Judiciário. “Esta possibilidade existe”, disse. Uma quantidade não revelada de dinheiro e documentos foi apreendida.

Uma análise nas provas apreendidas durante a operação pode embasar um novo pedido de prisão ou afastamento dos gestores públicos. Assessores diretos desses prefeitos podem ser presos ou afastados da função também.

São acusados de realizar pagamentos (transferências bancárias) a empresários que não entregaram medicamentos e insumos. A organização criminosa pagaria propina aos gestores, segundo suspeitas da PF, mediante emissão de notas frias e atesto de entrega fictícia da entrega de remédios e insumos.

A delegada de Combate ao Crime Organizado, Larissa Nascimento, avalia as provas apreendidas.

Questionada sobre não revelar nomes de empresas, empresários e prefeitos envolvidos, a delegada superintendente disse: “nosso código de ética nos proíbe expor a intimidade dessas pessoas”.

Mais detalhes da  operação estão AQUI

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