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sábado, outubro 24, 2020

Blog do Assem: perguntas por trás da internação de Thor Dantas e o silêncio do hospital paulista

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A direção do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, filial paulista, em São Paulo, informou que o médico acreano Thor Dantas “está conosco”, mas não admitiu fornecer qualquer informação sobre o estado de saúde do paciente. Uma atendente disse ao acjornal, na manhã desta terça-feira, que “somente o requerente da internação poderá obter dados sobre o estado clínico do paciente”.

Questionada se a mãe do médico, a ativista Concita Maia, seria a requerente, a atendente disse que não. Chama atenção que o urologista Fernando de Assis, da Fundhacre, tenha cancelado todas as consultadas agendadas para esta semana para acompanhar Thor Dantas até o hospital paulista. Sendo médico do estado, Fernando de Assis só poderia seguir viagem se o tratamento fosse autorizado pelo TFD. Ressalte-se que o hospital em Sampa é particular.

Ex-diretor do PS de Rio Branco, Thor estaria “piorando”, segundo declarou Concita Maia, que também foi secretária da Mulher na gestão do PT. Ela disse ainda que o filho estaria com 50% do pulmão comprometido.

Imediatamente, uma legião de amigos e admiradores do infectologista manifestou preocupações e até pesar nos grupos de whatsapp e nos perfis de seguidores no Facebook. No início desta manhã, um internauta disse, em áudio vazado, que seria mentira que o médico tenha deixado Rio Branco em estado grave, como informado por parte da imprensa local. “Ele saiu sem máscara, dando tchau para todo mundo. A verdade é que não há UTI´s pra mais ninguém”, disse o internauta que seria enfermeiro do Huerb.

Não se discute a infecção por Covid.

Mas está evidente a revolta dos profissionais em saúde com o suposto privilégio dado a uns em detrimento de outros. Nessa hora, a categoria age com corporativismo compreensível. Afinal, faltou UTI para o técnico em enfermagem Cláudio Araújo, falecido neste sábado após um clamor por leito desde a última quinta-feira? Furaram a fila para privilegiar um paciente egresso da Unimed? Por que a Sesacre não vem a público explicar esta denúncia?

Ficam as questões sem respostas.

Seria diferente se o secretário de Saúde e o diretor do PS se dignassem a atender ao telefone.




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